POSTS DA CATEGORIA: Economia
14mar
Pensando em expandir seus negócios? As cidades médias podem ser uma excelente oportunidade
Dicas e Tendências

Não é novidade que cidades menores estão atraindo cada vez mais redes varejistas. Não por um acaso, algumas das maiores marcas estão criando projetos específicos para esses locais, como é o caso da Via Varejo e da Casas Bahia, que inauguraram um novo formato de loja destinado às cidades de até 70 mil habitantes. Nelas, os consumidores podem realizar suas compras online e depois retirar os produtos no estabelecimento físico, processo conhecido como pick-up store.

O mercado de artigos para casa também está nessa onda de expansão para cidades interioranas. Dados da pesquisa setorial IEMI de 2017 apontam que regiões fora de grandes centros urbanos são uma boa aposta para quem pensa em expandir os negócios ou abrir algo novo no segmento de casa e decoração.

Segundo o estudo realizado em parceria com a ABCasa, dos 5.570 municípios que comercializavam produtos para casa, decoração, presentes, utilidades domésticas, festas e flores em 2017, 150 eram responsáveis por cerca de 60% do consumo nacional destes artigos. Além das grandes capitais, nesse número também aparece um grupo de cidades de médio porte que vem sendo consideradas nas estratégias de expansão de grandes marcas.

Separamos em um material, as 150 cidades presentes no estudo e o percentual de consumo de cada uma delas com artigos para casa e decoração em 2017.

    Clique aqui para ver a lista completa.

    A pesquisa IEMI também apontou que 27% das unidades de varejo do setor de artigos para casa estão em municípios de até 50 mil habitantes e 48% estão em 642 municípios considerados médios.

    Alguns dos fatores que explicam essa relevante concentração de lojas do setor em cidades menos são:

    Menos Custos

    Projetos específicos e estratégias que valorizem o perfil de consumo do cliente local fazem com que empresas economizem nessas áreas. O investimento nesses casos precisa ser certeiro e a escolha de produtos de estoque e categorias atendidas pela loja deve levar em consideração os hábitos e preferências da população.

    Fidelização do cliente

    Um excelente atendimento é um dos fatores que mais fidelizam o cliente à uma marca em qualquer lugar. Em regiões menores, a interação e relacionamento com os consumidores são essenciais para a criação da imagem da empresa. Nesses locais, o efeito boca-a-boca tem grande relevância e a primeira impressão realmente importa.

    Menos concorrência

    Apesar dessa expansão dos últimos anos, o número de lojas concorrentes nestes locais continua bem menor do que em grandes centros, o que reflete também no faturamento das marcas.

    Apesar de todo potencial das cidades menores, ainda é necessário analisar quais delas oferecem as melhores oportunidades de negócios para o segmento de cada empresa. Nesse sentido, a pesquisa setorial do IEMI apresentou um índice bastante valioso, o IPC.

    De maneira geral, o IPC indica quanto as famílias brasileiras gastaram em média com artigos para casa e decoração em 2017. Para os municípios com mais de 1 milhão de habitantes, a cada R$ 100, R$30 eram gastos neste mercado naquele ano. Nos municípios menores (até 50 mil habitantes) o valor chegou a R$ 22 e, para as cidades médias, os gastos alternavam entre R$7 e R$14.

    A área de Inteligência de Mercado da ABCasa promove e desenvolve estudos como a pesquisa setorial, que mostram uma visão geral do setor de artigos para casa, apontando as principais oportunidades de negócios, perfil de consumo e regiões propícias para investimento.

    Participe da primeira edição da ABCasa Natal & Festas, promovida pela ABCasa – Associação Brasileira de decoração, artigos para casa, decoração, presentes, utilidades domésticas, festa e flores – representante oficial do setor. A feira será realizada de 30 de maio a 2 de junho, no Pavilhão Anhembi. A Natal & Festas te colocará em contato com as maiores empresas do segmento, além de revelar as principais tendências e lançamentos do país e do mundo. A estrutura terá o mesmo padrão de atendimento e serviços da ABCasa Fair. Saia na frente e faça o seu credenciamento agora mesmo pelo site https://abcasanatalefestas.com.br/credenciamento/.

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08mar
Varejo paulista cresceu 5,3% em 2018, com destaque para o setor de casa e decoração
Economia

As vendas do comércio varejista no Estado de São Paulo atingiram R$ 69,8 bilhões em dezembro, alta de 4% em relação ao mesmo período de 2017. Trata-se da maior cifra para um mês de dezembro desde o começo da série histórica, em 2008. No ano passado, o faturamento real do setor aumentou 5,3%, o que representa um montante de R$ 34,2 bilhões a mais do que o obtido no período de janeiro a dezembro de 2017.

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP).

Das nove atividades pesquisadas, oito registraram expansão em seu faturamento real no comparativo anual, com destaque para os setores de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamento (7,8%) e supermercados (5,3%). Juntos, contribuíram para o resultado geral com 2,4 pontos porcentuais (p.p.).

As lojas de móveis e decoração tiveram crescimento de 12,9% em dezembro de 2018 quando comparado ao mesmo mês do ano anterior e subida de 11,4% no acumulado nos últimos 12 meses.

Conforme previsão da FecomercioSP, dezembro foi o melhor mês de toda a série histórica, iniciada em 2008. Assim, o varejo paulista encerrou 2018 com elevação das taxas anuais nas 16 regiões do Estado e em todas as atividades pesquisadas. Foram destaques no desempenho das vendas os segmentos de bens duráveis, móveis e eletrônicos e eletrodomésticos, com crescimento médio de 7%, enquanto os outros grupos registraram em torno de 4% de aumento.

Segundo a Federação, os dados apontam que as famílias não estão comprando somente o essencial, mas também voltaram a adquirir objetos domésticos – que sofreram queda de até 45% no período de instabilidade. Resultado do bom momento nas variáveis econômicas, como recuperação do emprego, juros mais baixos, inflação controlada, entre outros. Além disso, nos últimos dois anos, foi consolidado o ciclo de recuperação da crise que houve entre 2014 e 2016, visto que a última queda mensal registrada pelo comércio paulista foi em novembro de 2016.

Expectativa

Para a Entidade, o ambiente econômico está positivo e tende a melhorar em 2019 com os encaminhamentos e as aprovações das principais reformas, como a da Previdência e a Tributária, que devem contribuir para o ajuste das contas públicas e para a inflação mais controlada. Dessa forma, o mercado será alavancado por investimentos externos e internos, dando continuidade à abertura de crédito e ao aumento do consumo.

Contudo, a FecomercioSP orienta o empresário a ter mais atenção ao período de discussão desses projetos políticos, pois pode influenciar na alta do câmbio, elevando os preços dos produtos e, consequentemente, a inflação. Por isso, enquanto as reformas não forem aprovadas, é preciso ter ainda mais controle de fluxo de caixa, estoques, receitas e despesas.

Capital paulista

Em dezembro, as vendas do varejo na capital paulista registraram alta de 3,2% em relação ao mesmo mês de 2017, atingindo R$ 22 bilhões, a segunda maior cifra para um mês de dezembro desde 2008. Em 2018, a elevação foi de 4,1%, o que representa um incremento de R$ 8,5 bilhões em comparação ao apurado entre janeiro e dezembro de 2017.

No mês, todas as nove atividades pesquisadas obtiveram expansão em seu faturamento real no comparativo anual, com destaque para os grupos de lojas de materiais de construção (9%) e supermercados (4,4%) Juntos, contribuíram para o resultado geral com 1,9 pontos porcentuais (p.p.).

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28fev
Pesquisa aponta o crescimento do E-commerce no setor de artigos para casa
ABCasa

Segundo estudo da Euromonitor International, provedora global de inteligência estratégica de mercado, mais da metade da população global terá acesso à internet em 2019. Com essa informação em mãos, percebemos mais do que nunca a necessidade e a urgência de uma presença online que ofereça aos consumidores uma experiência de venda digital completa.

O estudo Webshoppers realizado pela Ebit sobre comportamento do consumidor na internet, mostra que cerca de 27 milhões de pessoas fizeram compras online nos primeiros 6 meses de 2018, desses, mais de 4 milhões pela primeira vez. São pessoas que querem rapidez e eficiência para consumir produtos de qualidade.

A Pesquisa Setorial realizada pelo IEMI em parceria com a ABCasa, apresentou evidências da consolidação do e-commerce como um canal essencial para a realização de negócios. Apesar de ainda não ser o meio de compra com maior participação no setor de artigos para casa e decoração, o comércio eletrônico é o que mais cresceu neste nicho entre os anos de 2016 e 2017.

Este crescimento do comércio eletrônico nesse mercado deve-se principalmente aos segmentos de Artigos de Presentes, Papelaria e Tabacaria, responsável por 17% das transações, seguidos por Artigos de Uso Doméstico e Pessoal (9%) e Artigos para Decoração (2%).

Analisando dados de transações realizadas pelo consumidor final em 2018, o levantamento realizado pela Ebit trouxe o setor de casa e decoração como o terceiro maior em quantidade de pedidos, chegando a ser responsável por 10,9% das compras, um crescimento de 11% em relação ao mesmo período de 2017. Em volume financeiro, o setor cresceu 29% entre 2017 e 2018, alcançando o quarto lugar.

Porém, é necessário frisar que apenas ter um comércio eletrônico hoje já não é o bastante para o sucesso de uma marca na internet. Garantir uma experiência de compra boa e inovadora no espaço online é o básico para se criar relevância digital, além de ajudar na fidelização do cliente que, ao se deparar com um site completo e bem pensado, pode decidir visitar a loja física em busca da mesma qualidade.

Ou seja, o consumidor não abandonou os estabelecimentos físicos por completo. Não é difícil, por exemplo, encontrar quem faça pesquisas de preço e produto pela internet para depois comprar na loja física. 47% dos participantes de uma pesquisa realizada no começo do ano pela empresa de performance digital Riverbed decidiram visitar o estabelecimento depois de terem acessado um e-commerce de alto nível.

Para economizar tempo, consumidores também optam por retirar na loja física os produtos comprados online, operação chamada de “pick-up store”. Segundo o Ebit, 10% dos pedidos realizados no período da pesquisa tiveram essa integração de canais online e offline (Omminichannel). Essa opção não apenas contribui para o aumento da satisfação dos clientes, já que atrasos e problemas na entrega costumam ser a maior fonte de aborrecimento de consumidores, como também colabora para uma redução de custos logísticos.

Outros passos básicos como uma boa organização e categorização de produtos, tempo de carregamento do site e checkout eficiente devem ser tomados na hora de construir um site de venda. Saem na frente as empresas que possuem sites com layout responsivo, ou seja, páginas que se adequem à celulares, tablets, computadores e qualquer outra plataforma de acesso. No começo de 2018, mais de 32% das transações do e-commerce foram realizadas por meio de dispositivos móveis, apontando uma alta de 41% ante ao mesmo período do ano anterior.

Como associação oficial do setor, a ABCasa promove estudos como a pesquisa setorial, que tragam informações relevantes para que associados entendam melhor as variáveis deste segmento e, assim, alavanquem suas presenças como marcas. Estamos de portas abertas para que empresas do setor busquem conteúdo e suporte para seu desenvolvimento.

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26fev
Mercado de festas tem estimativa de 14% de crescimento para 2019
ABCasa Natal e Festas

O brasileiro é conhecido pelo carisma e pela festividade. O prazer em celebrar está em nosso DNA cultural e as comemorações não oficiais também fazem parte deste costume popular, que tem aquecido o mercado de festas e eventos.

Segundo o último balanço divulgado pela ABRAFESTA (Associação Brasileira de Eventos Sociais), o mercado de festas e eventos movimentou mais de R$ 17 bilhões em 2018, mesmo com um cenário econômico instável. O levantamento também revelou ótimas projeções para 2019, com estimativa de 14% de crescimento para o ano.

Tal aumento acontece graças à mudança de comportamento do consumidor, que tem encontrado novas razões para comemorar. Mêsversários, aniversários de namoro e de casamento, chás de revelação e festas juninas em casa são alguns exemplos de celebrações que andam fazendo sucesso.

As festas infantis são as que têm maior destaque no mercado por serem responsáveis por significativa parcela da receita gerada, já que o público-alvo permite celebrações mais criativas.

Algumas tendências como lhama, unicórnio e flamingo continuarão fortes temas de decoração na próxima temporada. Já entre os licenciados, devem permanecer em destaque os temas Super-Heróis, Magali Melancia, Minnie e Mickey Mouse, Mario Bros. e outros.

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05fev
Após quatro anos, índice de intenção de consumo das famílias volta ao nível de satisfação
Economia

O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) chegou a 101 pontos em janeiro, ante os 94,8 pontos registrados em dezembro, alta de 6,5%. Assim, o ICF voltou à área de satisfação das condições econômicas das famílias após quase quatro anos. A última vez que o índice havia ficado acima dos 100 pontos foi em abril de 2015 (100,1 pontos) – o patamar atual é o maior desde março do mesmo ano (105,7 pontos). Em relação ao mesmo período do ano passado, houve um avanço de 5,4%, quando o índice marcava 95,8 pontos.

O ICF é apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e varia de zero a 200 pontos, sendo que abaixo de 100 pontos significa insatisfação, e acima de 100, satisfação em relação às condições de consumo.

Todos os sete itens analisados obtiveram aumento em janeiro, com destaque para Perspectiva de consumo, que atingiu o maior patamar desde abril de 2014: de 100,9 pontos em dezembro para 108,6 pontos em janeiro, alta de 7,6%. No mês, foram 39,4% dos que responderam que os gastos de suas famílias e da população em geral devem ser maiores nos próximos meses, alta de 8,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com a pesquisa, apesar dessa satisfação em médio e longo prazos, no curto prazo ainda há um grande receio, mas que vem se reduzindo nos últimos meses. O item Nível de consumo atual cresceu 9,9%, a maior variação no mês, e atingiu os 68,8 pontos, maior valor desde abril de 2015. Atualmente, são 48,8% dos paulistanos que dizem que estão gastando menos do que há um ano, enquanto esse porcentual em janeiro de 2018 era de 54,2%.

Já o item Renda atual subiu 6,6%, ao passar de 101 pontos em dezembro para 107,7 pontos em janeiro, maior patamar desde abril de 2015. Segundo a FecomercioSP, com a injeção do décimo terceiro salário somada à inflação controlada, os paulistanos estão mais satisfeitos com o seu nível de renda – 37% avaliam que a renda familiar está melhor em comparação ao mesmo período do ano passado, 5,5 pontos porcentuais acima do registrado em janeiro de 2018.

Para a Entidade, com o quadro da economia relativamente menos instável, a segurança de pagamento do consumidor aumenta, o que facilita a contração de empréstimos. Dessa forma, o item Acesso ao crédito chegou aos 97,1 pontos em janeiro, ante os 91,3 pontos em dezembro, alta de 6,3%. Em comparação a janeiro de 2018, houve aumento de 6,4%. Apesar de ainda estar na área de insatisfação (abaixo dos 100 pontos), em um ano, reduziu de 41,3% para 36,3% os que responderam que está mais difícil conseguir empréstimo para comprar a prazo.

A Federação lembra que o crédito é essencial para aquisição de bens como geladeira, fogão, televisores etc. E ainda se aproveitando da Black Friday, das compras de Natal e das liquidações de início de ano, os consumidores estão melhorando a percepção de que é um bom momento para a compra desses produtos. O que também refletiu para o aumento do item Momento para duráveis, que passou de 70,2 pontos em dezembro para 77 pontos em janeiro, alta de 9,7% – melhor patamar desde abril de 2015. Entretanto, 58,6% dos entrevistados ainda afirmaram que é um mau momento para realizar esse tipo de compra, 3,9 pontos porcentuais (p.p.) abaixo do visto há um ano.

Os paulistanos continuam se sentindo mais seguros nos seus empregos. O item Emprego atual subiu de 114,6 pontos em dezembro para 120,4 pontos registrados em janeiro, alta de 5%, maior patamar desde abril de 2015. O item Perspectiva profissional também apontou alta de 3,6%: de 123,1 pontos em dezembro para 127,5 pontos em janeiro. Foram 38,2% os que disseram estar seguros nos cargos atuais e 60,2% que responderam que acham que o responsável pelo domicílio terá uma melhoria profissional dos próximos seis meses. Há um ano, essas variações eram de 31,6% e 52,2%, respectivamente.

Faixa de renda

Na análise por faixa de renda, houve crescimento em ambos os grupos, com destaque para renda superior a dez salários mínimos (SM), alta de 8%: de 103,1 pontos em dezembro para 111,3 pontos em janeiro, maior patamar desde abril de 2014. No grupo com renda abaixo dos dez SM, a alta foi de 6%, ao passar de 92 pontos em dezembro para os 97,5 atuais. Contudo, ainda permanece na área de insatisfação, abaixo dos 100 pontos.

A FecomercioSP avalia que o resultado de janeiro é um reflexo de vários eventos positivos de fim de ano, tais como: Black Friday, injeção do décimo terceiro salário, compras de Natal, oportunidades de liquidações de início de ano, melhora relativa no mercado de trabalho, inflação controlada, maior confiança de consumidores e empresários pós-eleição, entre outros.

Segundo a Federação,  expectativa é de que o ICF continue avançando até achar o seu novo patamar de acomodação. Essa ultrapassagem dos 100 pontos foi muito importante, pois significa que as famílias paulistanas, em sua maioria, estão satisfeitas com as suas condições econômicas. Assim, os efeitos positivos para o varejo serão vistos já no curto prazo. Aos poucos o indicador vai reconquistando os patamares vistos antes da crise.

Participe da quarta edição da ABCasa Fair, sétima maior feira do mundo e maior da América Latina de artigos para casa e decoração. A feira será realizada de 21 a 25 de fevereiro de 2019, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). Se você está em busca de tendências e lançamentos do mundo todo reunidos em um só lugar, com a presença das maiores empresas do Brasil, faça seu credenciamento agora mesmo. Você evita filas e garante a melhor experiência de compra do setor, que vai mudar a história de vendas da sua loja. Marque na agenda e acesse o link para o credenciamento: http://www.abcasafair.com.br/

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