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Intenção de consumo das famílias volta a subir em maio
Economia

Intenção de consumo

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 87,1 pontos em maio de 2018, registrando crescimento de 0,2% em relação ao mês passado. Já na comparação anual, a alta foi de 12,1%. Apesar da melhora a partir de outubro de 2016, a ICF se apresenta abaixo de 100 pontos desde maio de 2015, mostrando a permanência da insatisfação das famílias com a crise econômica.

“O desequilíbrio das finanças públicas, a baixa capacidade de recuperação econômico-financeira de alguns estados, a burocracia e o nível de juros reais continuam afetando investimentos e consumo privados”, explica o economista da CNC Antonio Everton Chaves Junior.

Tanto na comparação mensal como na anual, o Nível de Consumo Atual registrou aumento de 1,6% em relação ao mês passado e 23,3% na comparação com maio de 2017. Já o componente Momento para Duráveis apresentou queda de 2,5% no comparativo mensal, mas em relação ao ano passado a alta registrada foi de 19,0%. O estudo aponta que o índice segue abaixo da zona de indiferença, com 61,3 pontos.

“Se por um lado a estabilidade dos preços pode ser um fator de atração para o consumo, por outro as famílias ficaram hesitantes à demanda de duráveis por causa dos juros, uma vez que o nível de endividamento encontra-se alto”, afirma Antonio Everton.

O levantamento da CNC mostra ainda que o subíndice Renda Atual alcançou 99,8 pontos e o componente Acesso ao Crédito teve queda de 1,2% na comparação mensal e aumento de 13,9% em relação a maio de 2017. Apesar da melhora de todos os subíndices em relação ao ano passado, a maior parte das famílias, 52,1%, declarou estar com o nível de consumo menor do que em 2017.

Perspectivas para 2018

A aceleração do ritmo das vendas em relação ao ano passado neste começo de ano levou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) a revisar de +5,0% para +5,4% sua projeção relativa ao aumento das vendas em 2018.

Compõe o cenário percebido pela entidade o barateamento do crédito em um ambiente de inflação baixa. A perspectiva de melhora no mercado de trabalho, ainda que gradual, além de medidas capazes de melhorar a qualidade de concessão de crédito, como a aprovação do cadastro positivo, poderá criar condições mais satisfatórias para que o consumo cresça em relação ao resultado de 2017.

 

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Índice de Expansão do Comércio da FecomercioSP cresce pelo segundo mês consecutivo
Economia

IEC

O Índice de Expansão do Comércio (IEC) do município de São Paulo – calculado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) – registrou alta de 1%, ao passar de 101,6 pontos em abril para 102,6 pontos em maio, a maior pontuação desde dezembro de 2014. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o crescimento foi de 12,2%.

O Nível de Investimento das Empresas (que sinaliza se o empresário está ou não disposto a investir em novas instalações, equipamentos, reformas etc.) exibiu alta de 1% na comparação mensal, passando de 84 pontos em abril para 84,9 pontos em maio. Em relação ao mesmo mês de 2017, o crescimento foi de 20,6%.

O item Expectativas para Contratação de Funcionários teve um aumento de 0,9%, passando de 119,3 pontos no mês passado para 120,4 pontos. Na comparação com maio de 2017, o avanço foi de 6,9%.

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, a desaceleração no ritmo de retomada da economia e as incertezas no cenário eleitoral não abalaram os empresários do comércio paulistano, que seguem com uma dose de otimismo para o médio prazo. A rigor, para a Federação, esses dados não refletem a situação presente, mas a expectativas que, de certa forma, o setor ainda não se rendeu ao relativo desânimo instalado no início de 2018.

Segundo a Entidade, o resultado do IEC de maio mostra a tendência de elevação das propensões a investir e empregar, apesar da diminuição no ritmo de crescimento, principalmente nas contratações. As vendas do início do ano não corresponderam às expectativas, mas se o cenário mudar, o que pode acontecer – principalmente se o ambiente político for positivo –, a tendência é de que a recuperação econômica tenha longevidade e não fique restrita ao pequeno crescimento de 2017 e a outro suspiro neste ano.

 

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Crescimento do varejo neste ano será de 5,4%, estima CNC
Economia

Varejo CNC

O volume de vendas do varejo brasileiro avançou +1,1% em março deste ano, na comparação com fevereiro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada na semana passada pelo IBGE. Assim, na série com ajustes sazonais, o setor apurou seu melhor desempenho nos meses de março desde 2013, quando registrou +1,2%.

Na comparação com março de 2017, o volume de vendas cresceu em média 7,8% nas dez atividades pesquisadas do varejo, registrando, nessa base comparativa, o melhor mês de março desde 2012, quando chegou a +10,3%.

A aceleração do ritmo das vendas em relação ao ano passado levou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) a revisar de +5,0% para +5,4% sua projeção relativa ao aumento das vendas para o ano de 2018.

Compõe o cenário percebido pela entidade o barateamento do crédito em um ambiente de inflação baixa. A perspectiva de novos cortes nos juros básicos, além de medidas capazes de melhorar a qualidade de concessão de crédito, tais como a aprovação do cadastro positivo, deverá permitir novas quedas nos juros, acelerando o ritmo de concessão de recursos aos consumidores até o fim do ano.

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Confiança do empresário em São Paulo se mantém praticamente estável em abril
Economia

FecomercioSP

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) no município de São Paulo praticamente se manteve estável (-0,2%) em abril, após atingir seu maior patamar em quatro anos em março (115,5 pontos) e registrar três altas mensais consecutivas. No mês, o indicador marcou 115,4 pontos. Na comparação anual, o ICEC avançou 12,3%.

Apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o ICEC varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Em abril, o ICEC das empresas com até 50 funcionários recuou 0,2% em relação a março, indo de 115,1 pontos para 114,9 pontos atuais. Em comparação com o mesmo período de 2017, houve elevação de 11,8%. No caso das empresas com mais de 50 empregados, ocorreu uma alta de 2,1% – de 133,7 pontos no terceiro mês do ano para 136,6 pontos no mês atual. No comparativo com abril do ano passado, a elevação foi de 31,9%.

Indicadores

Dos três quesitos que integram o indicador, apenas o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICAEC) apresentou queda em abril na comparação com o mês anterior (-2,6%), passando de 96,3 para 93,8 pontos, mas no comparativo anual, registrou um significativo aumento de 28,2%.

O Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC) e o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) apontaram crescimento em abril. O primeiro atingiu 157 pontos, ante os 155,5 pontos do mês de março, alta de 0,9% – a terceira consecutiva –, e na comparação com abril de 2017, a elevação foi de 4,9%. O segundo passou de 94,8 pontos em março para os atuais 95,3 pontos, um avanço de 0,5% – no contraponto anual, foi de 11,5%.

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, houve um recuo na confiança do empresário com relação ao momento atual, muito por causa do ritmo lento da recuperação da economia, que deixou a desejar neste início do ano. No entanto, as expectativas futuras continuam positivas, apoiadas na conjuntura de inflação baixa e taxas de juros em queda, além da contínua melhoria no mercado de trabalho.

Dessa forma, a Entidade afirma que é preciso aguardar os próximos meses para verificar se é apenas uma parada técnica, se o indicador se acomodará nesse patamar ou se haverá uma reversão de tendência.

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Após queda da MP da Reforma Trabalhista, empresas podem ter dúvidas sobre nova lei
Economia

Reforma trabalhista

A Medida Provisória (MP) 808/17, que ajustava pontos da Lei 13.467/2017, para a reforma na legislação trabalhista, em vigor desde 11 de novembro de 2017, perdeu a validade no final do mês de abril.

A MP 808/17 surgiu para alterar pontos considerados não unânimes entre as bancadas e fazia alterações ao texto original da lei 13.467.

Algumas alterações feitas foram em relação à proibição da jornada 12×36 mediante acordo individual (exceto ao setor de saúde); tarifação da indenização por dano extrapatrimonial com base no valor correspondente ao teto dos benefícios do INSS e não a partir do salário do trabalhador; definição de regras para casos de transição do contrato de trabalho padrão para intermitente; aplicação intertemporal aos contratos vigentes, entre outras.

Conforme explicitado pela MP, a nova legislação se sobrepunha a todos os contratos vigentes. No entanto, após a perda da validade, a dúvida agora é quando deve-se considerar a aplicação da nova lei. Sem a pacificação da medida provisória, a aplicação da lei agora pode voltar a gerar questionamentos.

A dica da assessoria jurídica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é de que as empresas deverão observar as regras legislativas considerando as peculiaridades de cada caso concreto para garantir efetividade em eventuais ajustes, respeitando o consenso entre empregado e empregador em determinadas situações.

Contratos

Em relação aos contratos firmados durante o tempo em que vigorou a Medida Provisória – de 14 de novembro de 2017 a 23 de abril de 2018, aplica-se a Lei 13.467/2017. Uma alternativa que tem sido analisada pelo Governo seria a edição de um decreto presidencial para regulamentar alguns itens que não precisam de lei, como nos casos de contratos intermitentes.

O fato é que muitas questões permanecem causando dúvidas. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) criou uma comissão para analisar a Reforma Trabalhista e a sua aplicação, no entanto, o prazo para a conclusão dos trabalhos da comissão foi prorrogado.

A orientação de especialistas é de que as empresas ajam com cautela, pelo menos até que se tenha uma melhor definição sobre o tema.

 

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