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Índice de Expansão do Comércio da FecomercioSP cresce pelo segundo mês consecutivo
Economia

IEC

O Índice de Expansão do Comércio (IEC) do município de São Paulo – calculado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) – registrou alta de 1%, ao passar de 101,6 pontos em abril para 102,6 pontos em maio, a maior pontuação desde dezembro de 2014. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o crescimento foi de 12,2%.

O Nível de Investimento das Empresas (que sinaliza se o empresário está ou não disposto a investir em novas instalações, equipamentos, reformas etc.) exibiu alta de 1% na comparação mensal, passando de 84 pontos em abril para 84,9 pontos em maio. Em relação ao mesmo mês de 2017, o crescimento foi de 20,6%.

O item Expectativas para Contratação de Funcionários teve um aumento de 0,9%, passando de 119,3 pontos no mês passado para 120,4 pontos. Na comparação com maio de 2017, o avanço foi de 6,9%.

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, a desaceleração no ritmo de retomada da economia e as incertezas no cenário eleitoral não abalaram os empresários do comércio paulistano, que seguem com uma dose de otimismo para o médio prazo. A rigor, para a Federação, esses dados não refletem a situação presente, mas a expectativas que, de certa forma, o setor ainda não se rendeu ao relativo desânimo instalado no início de 2018.

Segundo a Entidade, o resultado do IEC de maio mostra a tendência de elevação das propensões a investir e empregar, apesar da diminuição no ritmo de crescimento, principalmente nas contratações. As vendas do início do ano não corresponderam às expectativas, mas se o cenário mudar, o que pode acontecer – principalmente se o ambiente político for positivo –, a tendência é de que a recuperação econômica tenha longevidade e não fique restrita ao pequeno crescimento de 2017 e a outro suspiro neste ano.

 

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Confiança do empresário em São Paulo se mantém praticamente estável em abril
Economia

FecomercioSP

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) no município de São Paulo praticamente se manteve estável (-0,2%) em abril, após atingir seu maior patamar em quatro anos em março (115,5 pontos) e registrar três altas mensais consecutivas. No mês, o indicador marcou 115,4 pontos. Na comparação anual, o ICEC avançou 12,3%.

Apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o ICEC varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Em abril, o ICEC das empresas com até 50 funcionários recuou 0,2% em relação a março, indo de 115,1 pontos para 114,9 pontos atuais. Em comparação com o mesmo período de 2017, houve elevação de 11,8%. No caso das empresas com mais de 50 empregados, ocorreu uma alta de 2,1% – de 133,7 pontos no terceiro mês do ano para 136,6 pontos no mês atual. No comparativo com abril do ano passado, a elevação foi de 31,9%.

Indicadores

Dos três quesitos que integram o indicador, apenas o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICAEC) apresentou queda em abril na comparação com o mês anterior (-2,6%), passando de 96,3 para 93,8 pontos, mas no comparativo anual, registrou um significativo aumento de 28,2%.

O Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC) e o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) apontaram crescimento em abril. O primeiro atingiu 157 pontos, ante os 155,5 pontos do mês de março, alta de 0,9% – a terceira consecutiva –, e na comparação com abril de 2017, a elevação foi de 4,9%. O segundo passou de 94,8 pontos em março para os atuais 95,3 pontos, um avanço de 0,5% – no contraponto anual, foi de 11,5%.

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, houve um recuo na confiança do empresário com relação ao momento atual, muito por causa do ritmo lento da recuperação da economia, que deixou a desejar neste início do ano. No entanto, as expectativas futuras continuam positivas, apoiadas na conjuntura de inflação baixa e taxas de juros em queda, além da contínua melhoria no mercado de trabalho.

Dessa forma, a Entidade afirma que é preciso aguardar os próximos meses para verificar se é apenas uma parada técnica, se o indicador se acomodará nesse patamar ou se haverá uma reversão de tendência.

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Faça do marketing um aliado para o sucesso da sua loja
Dicas e Tendências

Você quer montar uma loja? Ou até já montou? Fique sabendo que existe um item muito importante para o sucesso do seu estabelecimento: o marketing. Muitos pensam que ele deve ser praticado apenas por grandes empresas. Longe disso: o marketing está onde você menos imagina.

Marketing aliado a sua loja - ABCasa Blog

Uma boa gestão de comunicação vai garantir à sua loja que os clientes fiquem sabendo sobre campanhas e promoções realizadas, que encontrem os produtos que desejam e, principalmente, você vai saber tudo sobre os hábitos de consumo e movimentação no local.

Comunicação visual e internet

Para impactar as pessoas e firmar sua loja no mercado, tudo começa com a marca. É preciso ter uma marca bem elaborada, com visual impactante, para atrair potenciais consumidores.

A comunicação da loja precisa ser padronizada, seja em folders, panfletos, sacolas, no site, enfim, em tudo que fizer. A fachada, organização da loja e a vitrine também são itens essenciais. Você sabia que uma vitrine chamativa representa até 74% das vendas? Pois é…

É muito importante também que seja feito um estudo sobre as mídias que mais impactam os consumidores da região. Televisão ou rádio? Um jornal ou revista do bairro? Anúncio no Google? E-mail marketing? Enfim, são muitas opções.

Você pode fazer uma breve pesquisa com os clientes, oferecendo algo em troca, como um desconto ou um brinde, e obter essas informações. Também vale uma consultoria com uma agência de propaganda, que terá todas as ferramentas para fazer esses levantamentos.

Muita gente teme a internet e as redes sociais. Mas, atualmente, não dá para ficar de fora. Sua loja precisa ter um site, contendo horários de funcionamento, meios de contato, produtos oferecidos e divulgar essas informações maciçamente nas redes sociais, como Facebook e Instagram.

Vale anunciar novos produtos que chegaram, promoções, fazer posts bem-humorados que vão de encontro ao seu público, etc. Verifique a qualidade e padronização das imagens utilizadas (inclusive se elas não possuem direitos autorais) e também na ortografia dos textos – um erro de português pode ser fatal.

Avaliações

Fique de olho nas avaliações que os clientes fazem – atualmente, muita gente se guia através disso para ir ou não ao local. Responda todas as interações nas redes sociais com transparência e conseguirá engajar os usuários. Acredite, eles vão ser os melhores divulgadores do estabelecimento.

Se quiser montar um e-commerce, pense que ele será uma extensão da loja, portanto deverá dedicar a mesma atenção que concede aos clientes físicos. Aí pode entrar, novamente, o trabalho de uma agência especializada.

Dados e hábitos dos consumidores

Um dos itens mais importantes nesse segmento é o CRM. Calma, explicaremos: trata-se do Customer Relationship Management, ou seja, o bom e velho cadastro dos clientes. Existem softwares e aplicativos que lhe ajudam a fazer isso. Dessa forma, você terá em suas mãos todos os dados dos clientes, os padrões de compra, quanto ele costuma gastar em cada ida à loja, entre outras valiosas informações.

Com posse dos vários perfis de consumidores, o ideal é separá-los em grupos para estabelecer diferentes estratégias de vendas. Com o uso do CRM, conhecerá seu cliente a fundo e terá a chance de encantá-lo.

Você também vai lidar com clientes que não são assíduos de sua loja. Compraram apenas uma vez e nunca mais voltaram. Como fazer neste caso? Pode solicitar uma avaliação do atendimento, pedir sugestões ou perguntar se ele encontrou tudo que queria. Em algumas ocasiões do ano, como aniversário, dia das mães, dia dos pais, natal, pode presentear com cupons de desconto ou fazer alguma promoção específica.

Inovação e qualidade

Lembre-se que não dá para sair colocando tudo que existe à venda em sua loja. Quanto mais específico for o portfólio, maior a chance de emplacar. O cliente vai saber que quando precisar de produtos daquele segmento encontrará contigo. Aí entram também inovação e qualidade. Por isso, é importante ser criterioso, pois, se pensar apenas em lucratividade, poderá ficar com produtos de baixa aceitação, prejudicando, justamente, seus ganhos.

Mas não basta fazer tudo isso se sua equipe não estiver bem orientada. Saiba que é importante manter seus funcionários informados sobre tudo que acontece no local. Eles precisam ser os primeiros a saber das novidades, para que possam responder corretamente todas as dúvidas dos clientes, além de indicar os produtos certos. Não é chato chegar em uma loja, perguntar sobre algum produto e o atendente não sabe responder? Então, pense nisso…

No entanto, nenhuma dessas dicas supera o bom atendimento. Esse é o melhor marketing que uma loja pode ter. Isso fica guardado na memória do cliente. Dedique-se a estudar e também capacitar sua equipe para que saibam tudo sobre os produtos vendidos. Assegure-se que o cliente ficou satisfeito – isso também é muito importante.

Só sobrevive no mercado atual quem sabe ser diferenciado. Use o marketing como um aliado para fazer o seu negócio ter muito sucesso.

ABCasa Fair, Cecilia Dale - Dia das Mães

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Índice de Confiança do Comércio chega ao maior patamar dos últimos quatro anos
Economia

Com 114,5 pontos no mês de abril, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu o maior patamar verificado desde 2014. O indicador evoluiu 1,3% em comparação com março, na série de ajuste sazonal. Em 2017, no mesmo período, o aumento foi de 11,9%.

O bom resultado reflete a melhor avaliação das condições correntes por parte dos comerciantes, que apresentou o sexto aumento mensal consecutivo, com alta de 2,0%, na série com ajuste sazonal. Mesmo situando-se na zona negativa (abaixo dos 100 pontos), o subíndice chegou a 91,1 pontos, um aumento relevante de 30,1%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Neste abril, 48,8% dos comerciantes consideram o desempenho do comércio melhor do que há um ano.

A percepção dos varejistas sobre as condições atuais melhorou expressivamente em todos os itens avaliados (economia, setor e empresa), em relação a 2017, com destaque para a economia, com aumento de 41,0%. Neste mês de abril, 44,6% dos entrevistados consideram que a economia está melhor do que há um ano.

Segundo o chefe da Divisão Econômica da CNC Fabio Bentes, a confiança dos empresários do comércio, influenciada pela recuperação das vendas em relação a 2017, pode se aproximar do nível anterior à crise econômica no terceiro trimestre deste ano. “O crescimento das vendas, associado à baixa inflação e juros em piso histórico, viabiliza tendência de gradual avanço do consumo”, explica.

Para a CNC, as expectativas dos comerciantes no curto prazo são as maiores desde dezembro de 2013. O componente se mantém na zona positiva, com 158,7 pontos, um aumento de 1,2% em relação a março e 4,3% na comparação anual.

As perspectivas no curto prazo em relação ao desempenho do comércio (+4,8%), da própria empresa (+3,0%) e da economia (+5,1%) melhoraram em comparação com o mesmo período de 2017. Na avaliação de 91,8% dos entrevistados, a economia vai melhorar nos seis meses à frente.

O subíndice que mede as intenções de investimento do comércio teve leve aumento mensal de 1,1%, com destaque para o aumento da intenção de contratação de funcionários (+1,6%). Comparado com 2017, a reação mais significativa se verifica nas intenções de investimento nas empresas (+18,2%). No auge da crise do varejo, foram fechados 226 mil estabelecimentos comerciais no Brasil.

Apesar do saldo ainda negativo (-19,3 mil), em 2017 registrou-se retração de 82% no fechamento de lojas. Nos três últimos meses do ano passado, já foi possível perceber o início de um processo de recuperação em alguns estados, e a CNC projeta abertura líquida de 20,7 mil novos pontos comerciais ao fim de 2018.

A previsão da CNC para este ano é que o comércio registre alta de 5,0%, podendo resultar no maior crescimento das vendas desde 2012. Em relação à oportunidade de trabalho, a Confederação projeta 94 mil vagas formais no varejo até o fim de 2018. Esse cenário se baseia na percepção de continuação de menor pressão de preços no curto prazo, além de uma expectativa de recuo no custo do crédito e recuperação do emprego e da renda ao longo do ano.

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Aumento da confiança do micro e pequeno empresário revela estabilidade do clima de otimismo, aponta SPC Brasil
Economia

No mês de março, o Indicador de Confiança da Micro e Pequena Empresa (MPE) atingiu 55,3 pontos, acima dos 53,2 pontos de fevereiro, sendo o maior resultado desde que a série histórica começou a ser medida, em maio de 2015

Desde a primeira medição até o último mês de março a confiança avançou 18,7 pontos. Os dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que, pela sexta vez consecutiva, o resultado ficou acima dos 50 pontos e indicam que o clima de otimismo prevalece entre os entrevistados.

Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que, acima de 50 pontos, reflete confiança desses empresários e, abaixo dos 50 pontos, reflete desconfiança com os negócios e com a economia.

O Indicador de Confiança é composto pelo Indicador de Condições Gerais e pelo Indicador de Expectativas. Por meio da avaliação das condições gerais, busca-se medir a percepção dos micro e pequenos varejistas e empresários de serviços sobre os últimos seis meses. Já através das expectativas, busca-se medir o que se espera para os próximos seis meses.

O Indicador de Condições Gerais subiu de 34,4 pontos em março de 2017 para 43,7 pontos em março de 2018, o maior valor desde o início da série histórica em maio de 2015.

Em termos percentuais, 45% dos micro e pequenos empresários sondados consideram que as condições da economia brasileira pioraram nos últimos seis meses. Apesar de elevado, o número alcançou 61% em março de 2017. Já a proporção dos que notaram melhora da economia marcou 24% em março.

Com relação à avaliação do desempenho dos negócios: em um ano, o percentual dos que notam melhora do próprio negócio passou de 15% para 26%; já o percentual dos que notam piora passou de 50%, em março de 2017, para 33% em março de 2018.

Entre os que avaliam que o quadro de sua empresa piorou, 75% imputam a piora à redução das vendas por conta da crise. Além desses, 30% citam o aumento dos preços dos insumos e matérias primas. Já para aqueles que notaram melhora do seu negócio, 57% notaram aumento das vendas, a melhora da gestão da empresa (30%), a modificação do mix de produtos e serviços oferecidos (15%) e a redução dos custos da empresa (14%).

Já o Indicador de Expectativas, que serve de parâmetro para avaliar o que os empresários aguardam para o futuro, ficou em 64,0 pontos em março de 2018. De acordo com o levantamento, 51% dos micro e pequenos empresários estão em algum grau confiantes com o futuro da economia do país contra 16% de pessimistas. Quando essa análise se restringe à realidade da sua própria empresa, o índice cresce e atinge 62% dos empresários otimistas contra um percentual de 10% que manifestaram pessimismo com o futuro de seus negócios.

Entre os que imaginam que suas empresas terão um horizonte positivo nos próximos seis meses, 32% confiam na boa gestão que fazem do negócio e o mesmo percentual está fazendo investimentos na empresa. Já entre os pessimistas com o futuro de seus negócios, a razão mais citada é a queda das vendas, lembrada por 59%.

Para os MPEs que apontam otimismo com os próximos meses da economia, a maioria (48%) não sabe ao certo dizer as razões. A melhora de indicadores econômicos foi mencionada por 33%. Os empresários também lembraram do fato de o país ter um amplo mercado consumidor (17%), do cenário político mais favorável (11%) e das medidas econômicas que estão sendo adotadas (8%).

Entre os que manifestam pessimismo com os próximos meses da economia, a maior parte teme as incertezas políticas, citadas por 61%. Em seguida, 25% colocam o pessimismo na conta das instituições e leis do país que, segundo dizem, não favorecem o desenvolvimento do empreendedor. O mesmo percentual (25%) cita a discordância com as medidas econômicas que estão sendo adotadas e 23% citam o receio de novas dificuldades econômicas.

Faturamento das empresas

A maior parte (51%) dos micro e pequenos empresários acredita que o faturamento poderá crescer nos próximos seis meses. Outros 40% acham que ele não se alterará ao longo do primeiro semestre do ano, contra apenas 6% dos que esperam queda das receitas. Entre os empresários que esperam ver o faturamento crescer, a maior parte (42%) diz estar buscando novas estratégias de vendas e 28% apostam na diversificação do seu portfólio de produtos.

Ainda de acordo com a sondagem, 48% dizem ter conseguido realizar alguma melhora no negócio e as principais melhorias foram a reforma da empresa (43%), a compra de equipamentos e maquinário (40%), a ampliação do estoque (20%); e a qualificação da mão-de-obra (19%).

Metodologia

O Indicador e suas aberturas mostram que houve melhora quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica que houve percepção de piora por parte dos empresários. A escala do indicador varia de zero a 100. Zero indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais da economia e dos negócios “pioraram muito”; 100 indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais “melhoraram muito”.

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