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Confiança do empresário em São Paulo se mantém praticamente estável em abril
Economia

FecomercioSP

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) no município de São Paulo praticamente se manteve estável (-0,2%) em abril, após atingir seu maior patamar em quatro anos em março (115,5 pontos) e registrar três altas mensais consecutivas. No mês, o indicador marcou 115,4 pontos. Na comparação anual, o ICEC avançou 12,3%.

Apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o ICEC varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Em abril, o ICEC das empresas com até 50 funcionários recuou 0,2% em relação a março, indo de 115,1 pontos para 114,9 pontos atuais. Em comparação com o mesmo período de 2017, houve elevação de 11,8%. No caso das empresas com mais de 50 empregados, ocorreu uma alta de 2,1% – de 133,7 pontos no terceiro mês do ano para 136,6 pontos no mês atual. No comparativo com abril do ano passado, a elevação foi de 31,9%.

Indicadores

Dos três quesitos que integram o indicador, apenas o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICAEC) apresentou queda em abril na comparação com o mês anterior (-2,6%), passando de 96,3 para 93,8 pontos, mas no comparativo anual, registrou um significativo aumento de 28,2%.

O Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC) e o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) apontaram crescimento em abril. O primeiro atingiu 157 pontos, ante os 155,5 pontos do mês de março, alta de 0,9% – a terceira consecutiva –, e na comparação com abril de 2017, a elevação foi de 4,9%. O segundo passou de 94,8 pontos em março para os atuais 95,3 pontos, um avanço de 0,5% – no contraponto anual, foi de 11,5%.

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, houve um recuo na confiança do empresário com relação ao momento atual, muito por causa do ritmo lento da recuperação da economia, que deixou a desejar neste início do ano. No entanto, as expectativas futuras continuam positivas, apoiadas na conjuntura de inflação baixa e taxas de juros em queda, além da contínua melhoria no mercado de trabalho.

Dessa forma, a Entidade afirma que é preciso aguardar os próximos meses para verificar se é apenas uma parada técnica, se o indicador se acomodará nesse patamar ou se haverá uma reversão de tendência.

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Aumento da confiança do micro e pequeno empresário revela estabilidade do clima de otimismo, aponta SPC Brasil
Economia

No mês de março, o Indicador de Confiança da Micro e Pequena Empresa (MPE) atingiu 55,3 pontos, acima dos 53,2 pontos de fevereiro, sendo o maior resultado desde que a série histórica começou a ser medida, em maio de 2015

Desde a primeira medição até o último mês de março a confiança avançou 18,7 pontos. Os dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que, pela sexta vez consecutiva, o resultado ficou acima dos 50 pontos e indicam que o clima de otimismo prevalece entre os entrevistados.

Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que, acima de 50 pontos, reflete confiança desses empresários e, abaixo dos 50 pontos, reflete desconfiança com os negócios e com a economia.

O Indicador de Confiança é composto pelo Indicador de Condições Gerais e pelo Indicador de Expectativas. Por meio da avaliação das condições gerais, busca-se medir a percepção dos micro e pequenos varejistas e empresários de serviços sobre os últimos seis meses. Já através das expectativas, busca-se medir o que se espera para os próximos seis meses.

O Indicador de Condições Gerais subiu de 34,4 pontos em março de 2017 para 43,7 pontos em março de 2018, o maior valor desde o início da série histórica em maio de 2015.

Em termos percentuais, 45% dos micro e pequenos empresários sondados consideram que as condições da economia brasileira pioraram nos últimos seis meses. Apesar de elevado, o número alcançou 61% em março de 2017. Já a proporção dos que notaram melhora da economia marcou 24% em março.

Com relação à avaliação do desempenho dos negócios: em um ano, o percentual dos que notam melhora do próprio negócio passou de 15% para 26%; já o percentual dos que notam piora passou de 50%, em março de 2017, para 33% em março de 2018.

Entre os que avaliam que o quadro de sua empresa piorou, 75% imputam a piora à redução das vendas por conta da crise. Além desses, 30% citam o aumento dos preços dos insumos e matérias primas. Já para aqueles que notaram melhora do seu negócio, 57% notaram aumento das vendas, a melhora da gestão da empresa (30%), a modificação do mix de produtos e serviços oferecidos (15%) e a redução dos custos da empresa (14%).

Já o Indicador de Expectativas, que serve de parâmetro para avaliar o que os empresários aguardam para o futuro, ficou em 64,0 pontos em março de 2018. De acordo com o levantamento, 51% dos micro e pequenos empresários estão em algum grau confiantes com o futuro da economia do país contra 16% de pessimistas. Quando essa análise se restringe à realidade da sua própria empresa, o índice cresce e atinge 62% dos empresários otimistas contra um percentual de 10% que manifestaram pessimismo com o futuro de seus negócios.

Entre os que imaginam que suas empresas terão um horizonte positivo nos próximos seis meses, 32% confiam na boa gestão que fazem do negócio e o mesmo percentual está fazendo investimentos na empresa. Já entre os pessimistas com o futuro de seus negócios, a razão mais citada é a queda das vendas, lembrada por 59%.

Para os MPEs que apontam otimismo com os próximos meses da economia, a maioria (48%) não sabe ao certo dizer as razões. A melhora de indicadores econômicos foi mencionada por 33%. Os empresários também lembraram do fato de o país ter um amplo mercado consumidor (17%), do cenário político mais favorável (11%) e das medidas econômicas que estão sendo adotadas (8%).

Entre os que manifestam pessimismo com os próximos meses da economia, a maior parte teme as incertezas políticas, citadas por 61%. Em seguida, 25% colocam o pessimismo na conta das instituições e leis do país que, segundo dizem, não favorecem o desenvolvimento do empreendedor. O mesmo percentual (25%) cita a discordância com as medidas econômicas que estão sendo adotadas e 23% citam o receio de novas dificuldades econômicas.

Faturamento das empresas

A maior parte (51%) dos micro e pequenos empresários acredita que o faturamento poderá crescer nos próximos seis meses. Outros 40% acham que ele não se alterará ao longo do primeiro semestre do ano, contra apenas 6% dos que esperam queda das receitas. Entre os empresários que esperam ver o faturamento crescer, a maior parte (42%) diz estar buscando novas estratégias de vendas e 28% apostam na diversificação do seu portfólio de produtos.

Ainda de acordo com a sondagem, 48% dizem ter conseguido realizar alguma melhora no negócio e as principais melhorias foram a reforma da empresa (43%), a compra de equipamentos e maquinário (40%), a ampliação do estoque (20%); e a qualificação da mão-de-obra (19%).

Metodologia

O Indicador e suas aberturas mostram que houve melhora quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica que houve percepção de piora por parte dos empresários. A escala do indicador varia de zero a 100. Zero indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais da economia e dos negócios “pioraram muito”; 100 indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais “melhoraram muito”.

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Confiança do empresário do comércio volta a subir em janeiro
Economia

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), que subiu 1,4% ao passar de 109,1 pontos em dezembro para 110,7 pontos em janeiro, demonstra que a confiança do empresário paulistano iniciou o ano em ritmo de retomada, apontando a recuperação do nível de atividade econômica em curso, baseada nas melhoras do emprego e da renda. Na comparação com o mesmo mês de 2017, o ICEC teve alta de 18,2%, quando atingiu 93,7 pontos.

 

O ICEC das empresas com até 50 funcionários atingiu 110,2 pontos em janeiro, alta de 1,3% em relação ao mês anterior. Já a confiança das companhias com mais de 50 empregados registrou alta de 5,9%, passando de 124,8 pontos em dezembro para 132,2 pontos em janeiro, a maior pontuação desde maio de 2014. No comparativo anual, as pequenas empresas registraram crescimento na confiança de 18,3%, e as grandes empresas, de 13,3%.

 

Indicadores

 

Apenas o índice que mede as expectativas dos empresários em relação ao futuro, o IEEC (Índice de Expectativas do Empresário do Comércio), registrou queda na passagem de dezembro para janeiro, de 0,4%, passando de 151,6 pontos em dezembro para 151 pontos em janeiro. Entretanto, na comparação com janeiro de 2017, houve alta de 6,8%.

 

O Índice das Condições Econômicas Atuais (ICAEC) subiu pelo terceiro mês consecutivo, atingindo 86,6 pontos, alta de 5,6% na comparação mensal, a maior pontuação desde fevereiro de 2014. No comparativo anual, o índice avançou 53,2%, quando em janeiro de 2017 alcançava 56,6 pontos.

 

O Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC), responsável por medir a propensão a investir avançou 0,6% ao passar de 93,8 pontos em dezembro para 94,4 pontos em janeiro. Em relação a janeiro de 2017, o indicador apresentou elevação de 13,6%.

 

Para a FecomercioSP, a alta na confiança dos empresários registrada em janeiro é reflexo do bom desempenho nas vendas de Natal em 2017. Para 2018, as perspectivas permanecem otimistas, e a previsão é de que o comércio varejista apresente um crescimento ainda mais robusto ao longo do ano, baseado nas melhores condições de emprego e renda. A tendência é de que esse ritmo contagie positivamente outros segmentos, como já vem ocorrendo na indústria.

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