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23jan
Confiança do comércio alcança em janeiro a maior alta para o mês em cinco anos
Economia

Em janeiro, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) alcançou 120,9 pontos, a quinta alta mensal consecutiva e o melhor início de ano desde 2014, quando marcou 122,6 pontos. Três em cada quatro empresários do setor pretendem contratar mais nos próximos meses, e 46% dos entrevistados se mostraram dispostos investir na ampliação ou abertura de lojas.

O subíndice da pesquisa que mede a satisfação com o nível atual de atividade (Icaec) voltou a crescer pelo quinto mês consecutivo em janeiro (+11,3% em relação a dezembro, já neutralizados os efeitos sazonais). A alta foi impulsionada pela queda no grau de insatisfação em relação às condições correntes da economia (+8,4%).

“A valorização do real nas últimas semanas, a desaceleração dos preços e a atual trajetória de queda do desemprego favorecem o consumo neste início de ano, justificando a percepção mais positiva das vendas por parte dos empresários do comércio”, aponta Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Expectativas altas quanto à economia, desempenho do setor e da própria empresa

O subíndice que mede as expectativas dos empresários apurou altas de +9,1% no primeiro mês do ano, na comparação com dezembro do ano passado, e de +13,7% na comparação com janeiro de 2018. Dos cerca de 6 mil empresários pesquisados, 94,0% esperam por melhora das condições econômicas nos próximos meses. Esse é o maior percentual de expectativas positivas em relação à economia desde o início do Icec em 2011. Houve ainda avanços das expectativas em relação ao desempenho do setor (+5,6%) e das empresas dos entrevistados (+4,0%) no médio prazo.

Já a alta de 4,2% no subíndice que mede o apetite por investimentos foi impulsionada pelo aumento nas intenções de contratação no comércio (+6,6%). Em janeiro, 74,6% dos entrevistados declararam estar propensos a contratar mais funcionários nos próximos meses. Esse é o maior percentual de intenções de contratação para meses de janeiro desde o início da pesquisa em 2011. Os demais componentes dos investimentos apontam queda do pessimismo nos últimos meses. Segundo 46,1% dos empresários, há planos de ampliação de investimentos nas lojas existentes ou em novas unidades, e 24,2% percebem os níveis de estoques como “acima do adequado”. Em ambos os casos, os menores percentuais dos últimos quatro anos.

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18dez
Intenção do empresário em investir e contratar aumenta em novembro
Economia

Após recuperação tímida em setembro e outubro, o Índice de Expansão do Comércio (IEC), calculado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), apontou alta de 6,5% em novembro, passando de 94,8 pontos em outubro para os atuais 101,0. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o indicador também apontou alta (1,6%) depois de retração por duas vezes seguidas.

Os dois indicadores que compõem o IEC subiram em novembro. A propensão do empresário a investir aumentou 6,4% em relação a outubro, passando de 77,4 para 82,4 pontos no mês atual. Em comparação com novembro de 2017 , quando apresentava 78,7 pontos, obteve alta de 4,7%.

O item que mede a expectativa de novas contratações subiu 6,6% na mesma base de comparação, com 119,5 pontos em novembro, ante os 112,1 pontos em outubro. Entretanto, de acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, se confrontado com o mesmo mês do ano passado, o índice sofreu leve baixa de 0,5%, quando apresentou 120,1 pontos.

Ainda segundo a Federação, o indicador de expansão, assim como outros de confiança, começa a dar indícios mais fortes de melhoria e apresenta um momento de retomada após muitos meses de vai e volta, desde o impeachment, em 2016. Contudo, o País precisa entrar em um processo de recuperação mais profundo e evidente, que só pode ser alcançado com o fim das fortes incertezas sobre a política econômica a ser implementada a partir de 2019.

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11dez
Confiança do comércio registra maior alta em nove meses, segundo CNC
Economia

Apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) alcançou 109,8 pontos no mês de novembro. Na comparação com outubro, o indicador apresentou alta de 1,4%, na série com ajuste sazonal. A pesquisa também revela a intenção de contratação por parte de 70,1% dos entrevistados, o maior patamar para meses de novembro desde 2014.

O levantamento da Confederação mostra que, entre os componentes que integram as avaliações das condições correntes, a economia segue apresentando o maior grau de insatisfação (63,0 pontos). Embora as percepções quanto ao momento atual da economia e do comércio ainda sejam predominantemente desfavoráveis, o subíndice que mede a satisfação com o nível atual de atividade (Icaec) voltou a crescer no curto prazo (+0,3% ante outubro).

Para Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC, a valorização do real nos dois últimos meses, a queda do desemprego e, principalmente, a definição do cenário político com a construção de uma agenda econômica mais liberal têm afastado os temores de que a economia volte a um quadro recessivo nos próximos anos. “Se por um lado 69,2% dos empresários entrevistados avaliam negativamente as condições correntes da economia; por outro, 80,7% acreditam que o nível de atividade vai melhorar nos próximos meses”, avalia.

Contratações, investimentos e estoques

O estudo da CNC mostra que as intenções de contratação aumentaram 2,9% em novembro, apontando que 70,1% dos entrevistados declararam estar propensos a contratar mais funcionários nos próximos meses. Esse é o maior percentual para meses de novembro desde 2014, quando 74,1% se mostravam dispostos a expandir o quadro de funcionários das empresas. O mês de novembro costuma concentrar 60% das contratações de trabalhadores temporários para o Natal.

Os demais componentes do índice relativo aos investimentos se mantiveram abaixo dos 100 pontos, mas apontam queda do pessimismo nos últimos meses. Para 42,0% dos entrevistados, há planos de aumento nos investimentos nas lojas existentes ou em novas unidades. Em novembro de 2017, essa era a opinião de 38,5% dos empresários. De forma semelhante, em novembro deste ano, 26,6% perceberam os níveis de estoque como acima do adequado, contra um percentual de 27,4% um ano atrás.

Previsões para o Natal e para 2019

A CNC revisou a projeção de vendas calculada para o Natal deste ano e estima que a data movimentará R$ 34,5 bilhões, o que representa um avanço de 2,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. A previsão de contratação de trabalhadores temporários também aumentou de 72,7 mil para 76,5 mil vagas.

Em relação ao varejo, a Confederação prevê avanço de 4,5% no faturamento real em relação a 2017 para o volume de vendas natalinas, principal data comemorativa do setor. Para o ano que vem, a entidade projeta alta de 5,2%. Se confirmada, essa variação seria a maior dos últimos sete anos.

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07nov
Em outubro, confiança do consumidor subiu pelo terceiro mês consecutivo
Economia

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) paulistano avançou pelo terceiro mês consecutivo em outubro, alta de 1,1% ao passar de 106,8 em setembro, para 107,9 pontos no mês. Em relação ao mesmo período de 2017, o indicador avançou 5%.

O ICC é elaborado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e a escala de pontuação varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Entre os dois quesitos que compõem o indicador, o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) exibiu queda de 2%, ao passar de 80,4 em setembro para 78,7 pontos em outubro. Já o Índice de Expectativas do Consumidor (IEC) avançou 2,4%, ao passar de 124,4 em setembro para 127,4 pontos em outubro. No comparativo anual, ambos registraram alta de 7,9%  e 3,8% respectivamente.

Gênero e renda

O resultado do ICEA destaca as assimetrias verificadas na classe de renda e no corte por gênero. A percepção dos consumidores com renda familiar inferior a dez salários mínimos (SM) em relação às condições econômicas atuais registrou leve alta de 0,3%, passando de 76,3 pontos em setembro para 76,5 em outubro. Já os consumidores acima desse patamar descreveram queda de 6,2%, ao passar de 89 pontos em setembro para 83,5 em outubro.

Na segmentação por gênero, o público masculino sofreu queda de 3,4%, ao passar de 87,7 pontos em setembro para 84,7 em outubro. Enquanto o grupo feminino registrou leve queda de 0,4%, ao passar de 73,1 pontos em setembro para 72,8 ponto em outubro.

No IEC, destacam-se as duas maiores altas: o grupo daqueles consumidores com idade superior a 35 que registraram avanço de 4,8% ao passar de 118,6 em setembro para 124,3 pontos em outubro e o grupo feminino que descreveu alta de 3,8% passando de 119,9 em setembro para 124,5 pontos em outubro.

De acordo com a FecomercioSP, a terceira alta consecutiva do ICC demonstra que as expectativas dos consumidores melhoraram, contudo, diante do cenário atual turbulento, com menor recuperação do consumo das famílias e incertezas políticas, ainda há volatilidade nos indicadores, fazendo com que as médias das Condições Econômicas Atuais voltassem a cair. Os consumidores se mostram mais preocupados com suas condições econômicas do presente, assim, ajustam para baixo suas avaliações e ao mesmo tempo incorporam percepções um pouco mais otimistas quanto ao futuro. As incertezas devem diminuir após a definição eleitoral.

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16out
Confiança do empresário paulistano avança 1,4% em setembro
Economia

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio no Município de São Paulo (ICEC) interrompeu uma sequência de cinco quedas e avançou 1,4%, passando de 100,4 pontos, em agosto, para 101,8 pontos, em setembro. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o índice continuou em queda, de 4,2%.

Apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o ICEC varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Na análise por porte, tanto as pequenas quanto as grandes empresas apresentaram alta na comparação mensal. A confiança das empresas com até 50 empregados cresceu 1,4% e atingiu 101,2 pontos, ante os 99,8 pontos do mês de agosto, voltando ao patamar de otimismo.

O ICEC para as empresas com mais de 50 empregados registrou aumento de 2,7%, passando de 127,3 pontos para 130,7 pontos em setembro, a maior pontuação para um mês de setembro desde 2013.

Indicadores

Dos três quesitos que compõem o indicador, apenas o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) apresentou queda no mês, 0,6%, passando de 90,3 pontos, em agosto, para os atuais 89,8 pontos. Na comparação anual, o indicador caiu 0,7%, algo que não ocorria desde junho de 2016.

O Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC) voltou a crescer após cinco meses de queda consecutivos, alta de 0,6%, e registou 70,8 pontos em setembro, ante os 70,4 pontos vistos no mês anterior. Porém, na comparação com o mesmo mês de 2017, quando apontava 79,1 pontos, teve retração de 10,6%. O Índice de Expectativa do Empresário do Comércio (IEEC), por sua vez, atingiu 144,8 pontos, ante os 140,5 pontos do mês de agosto, aumento de 3,1%, mas, na comparação com setembro do ano passado, apresentou retração de 2,9%.

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, o momento atual mostra uma melhora tênue da confiança dos empresários, que se reflete na economia e no emprego, mas algo ainda insuficiente para acelerar definitivamente o País. De maneira geral, as percepções das condições atuais e as expectativas com relação à economia, ao setor e à empresa melhoraram na margem. Entretanto, as propensões a investir ainda estão em queda, mas há perspectivas moderadas de maior contratação, muito em função da proximidade do Natal.

Para a Entidade, é preciso verificar se essa modesta contribuição positiva de setembro com a confiança dos empresários vai se repetir nos próximos meses e interromper um ciclo negativo que se deveu à decepção com os resultados da economia em geral. Porém, esse cenário só deve ser alterado após o período eleitoral.

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03out
Em setembro, confiança do consumidor sobe pelo segundo mês consecutivo
Economia

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) paulistano avançou pelo segundo mês consecutivo em setembro. A alta foi de 2,3% ao passar de 104,4 pontos em agosto para 106,8 no mês atual. Em relação a setembro de 2017, o indicador avançou 7,1%.

O ICC é elaborado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e a escala de pontuação varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Entre os dois quesitos que compõem o indicador, o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) exibiu queda de 3,2% ao passar de 83 pontos em agosto para 80,4 pontos em setembro, enquanto o Índice de Expectativas do Consumidor (IEC) avançou 4,9% no mesmo período passando de 118,6 para 124,4 pontos. No comparativo anual, ambos registraram alta, de 14,6% e 4,2% respectivamente.

Gênero e renda

O resultado do ICEA destaca as assimetrias verificadas na classe de renda e no corte por gênero. A percepção dos consumidores com renda familiar inferior a dez salários mínimos (SM) em relação às condições econômicas atuais registrou leve alta de 0,5% passando de 76 pontos em agosto para 76,3 pontos em setembro. Já os consumidores acima desse patamar descreveram queda de 9,2% ao passar de 98 pontos em agosto para 89 pontos em setembro.

No corte por gênero, enquanto o público masculino registrou alta de 1,8% ao passar de 86,1 pontos em agosto para 87,7 pontos em setembro, o grupo feminino apresentou queda de 8,6% passando de 80 pontos em agosto para 73,1 pontos em setembro.

Segundo a assessoria econômica da Federação, após a alta da inflação nos meses de maio e junho causada pela greve dos caminhoneiros, os impactos da recente escalada do dólar têm preocupado os consumidores. O grupo feminino, que na maioria das vezes é responsável pelo orçamento doméstico foi um dos grupos que mais sentiram esse efeito.

No IEC, destacam-se as duas maiores altas: o grupo de consumidores com renda até dez SM que registrou alta de 5,3% ao passar de 113,3 pontos em agosto para 119,3 pontos em setembro e o grupo masculino avançou 6,1% passando de 121,5 pontos em agosto para 128,9 pontos em setembro.

Para a FecomercioSP, a alta do ICC pelo segundo mês consecutivo foi motivada pela melhora das expectativas em relação ao futuro. O resultado só não foi melhor por conta da percepção em relação às condições econômicas atuais, que se deteriorou, provavelmente, pelo temor dos impactos da alta do dólar, avalia a Entidade.

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