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16out
Confiança do empresário paulistano avança 1,4% em setembro
Economia

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio no Município de São Paulo (ICEC) interrompeu uma sequência de cinco quedas e avançou 1,4%, passando de 100,4 pontos, em agosto, para 101,8 pontos, em setembro. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o índice continuou em queda, de 4,2%.

Apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o ICEC varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Na análise por porte, tanto as pequenas quanto as grandes empresas apresentaram alta na comparação mensal. A confiança das empresas com até 50 empregados cresceu 1,4% e atingiu 101,2 pontos, ante os 99,8 pontos do mês de agosto, voltando ao patamar de otimismo.

O ICEC para as empresas com mais de 50 empregados registrou aumento de 2,7%, passando de 127,3 pontos para 130,7 pontos em setembro, a maior pontuação para um mês de setembro desde 2013.

Indicadores

Dos três quesitos que compõem o indicador, apenas o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) apresentou queda no mês, 0,6%, passando de 90,3 pontos, em agosto, para os atuais 89,8 pontos. Na comparação anual, o indicador caiu 0,7%, algo que não ocorria desde junho de 2016.

O Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC) voltou a crescer após cinco meses de queda consecutivos, alta de 0,6%, e registou 70,8 pontos em setembro, ante os 70,4 pontos vistos no mês anterior. Porém, na comparação com o mesmo mês de 2017, quando apontava 79,1 pontos, teve retração de 10,6%. O Índice de Expectativa do Empresário do Comércio (IEEC), por sua vez, atingiu 144,8 pontos, ante os 140,5 pontos do mês de agosto, aumento de 3,1%, mas, na comparação com setembro do ano passado, apresentou retração de 2,9%.

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, o momento atual mostra uma melhora tênue da confiança dos empresários, que se reflete na economia e no emprego, mas algo ainda insuficiente para acelerar definitivamente o País. De maneira geral, as percepções das condições atuais e as expectativas com relação à economia, ao setor e à empresa melhoraram na margem. Entretanto, as propensões a investir ainda estão em queda, mas há perspectivas moderadas de maior contratação, muito em função da proximidade do Natal.

Para a Entidade, é preciso verificar se essa modesta contribuição positiva de setembro com a confiança dos empresários vai se repetir nos próximos meses e interromper um ciclo negativo que se deveu à decepção com os resultados da economia em geral. Porém, esse cenário só deve ser alterado após o período eleitoral.

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03out
Em setembro, confiança do consumidor sobe pelo segundo mês consecutivo
Economia

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) paulistano avançou pelo segundo mês consecutivo em setembro. A alta foi de 2,3% ao passar de 104,4 pontos em agosto para 106,8 no mês atual. Em relação a setembro de 2017, o indicador avançou 7,1%.

O ICC é elaborado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e a escala de pontuação varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Entre os dois quesitos que compõem o indicador, o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) exibiu queda de 3,2% ao passar de 83 pontos em agosto para 80,4 pontos em setembro, enquanto o Índice de Expectativas do Consumidor (IEC) avançou 4,9% no mesmo período passando de 118,6 para 124,4 pontos. No comparativo anual, ambos registraram alta, de 14,6% e 4,2% respectivamente.

Gênero e renda

O resultado do ICEA destaca as assimetrias verificadas na classe de renda e no corte por gênero. A percepção dos consumidores com renda familiar inferior a dez salários mínimos (SM) em relação às condições econômicas atuais registrou leve alta de 0,5% passando de 76 pontos em agosto para 76,3 pontos em setembro. Já os consumidores acima desse patamar descreveram queda de 9,2% ao passar de 98 pontos em agosto para 89 pontos em setembro.

No corte por gênero, enquanto o público masculino registrou alta de 1,8% ao passar de 86,1 pontos em agosto para 87,7 pontos em setembro, o grupo feminino apresentou queda de 8,6% passando de 80 pontos em agosto para 73,1 pontos em setembro.

Segundo a assessoria econômica da Federação, após a alta da inflação nos meses de maio e junho causada pela greve dos caminhoneiros, os impactos da recente escalada do dólar têm preocupado os consumidores. O grupo feminino, que na maioria das vezes é responsável pelo orçamento doméstico foi um dos grupos que mais sentiram esse efeito.

No IEC, destacam-se as duas maiores altas: o grupo de consumidores com renda até dez SM que registrou alta de 5,3% ao passar de 113,3 pontos em agosto para 119,3 pontos em setembro e o grupo masculino avançou 6,1% passando de 121,5 pontos em agosto para 128,9 pontos em setembro.

Para a FecomercioSP, a alta do ICC pelo segundo mês consecutivo foi motivada pela melhora das expectativas em relação ao futuro. O resultado só não foi melhor por conta da percepção em relação às condições econômicas atuais, que se deteriorou, provavelmente, pelo temor dos impactos da alta do dólar, avalia a Entidade.

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10set
Confiança da micro e pequena empresa cresce para 51,1 pontos, aponta CNDL/SPC Brasil
Economia

A confiança da micro e pequena empresa com as condições da economia e dos seus negócios voltou a esboçar melhora no último mês de agosto após amargar quedas acentuadas nos meses de junho e julho, com o reflexo da paralisação dos caminhoneiros.

De acordo com dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o índice ficou em 51,1 pontos em agosto frente 46,3 pontos observados em junho e 48,9 pontos de julho.

A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 pontos apontam o predomínio de uma visão positiva dos micro e pequenos empresários. No entanto, a proximidade do indicador com o nível neutro de 50 pontos mostra que a confiança ainda não está consolidada, apesar da melhora.

De acordo com o levantamento, é a avaliação do desempenho da economia e dos negócios nos últimos meses que tem puxado o indicador para baixo, em contraste com as perspectivas para o futuro da própria empresa e da economia, que vem mostrando pontuações um pouco melhores.

Dessa forma, o Indicador de Condições Gerais, que avalia a percepção dos últimos meses, ficou em 39,1 pontos, enquanto o Indicador de Expectativas, que se projeta para um horizonte futuro de seis meses, marcou 60,1 pontos, ambos acima do constatado em agosto do ano passado.

Percepção de piora é menos acentuada sobre o próprio negócio do que para a economia, avaliam micro e pequenos empresários

O levantamento revela que, apesar do fim da recessão, mais da metade (53%) dos micro e pequenos empresários ainda considera que o desempenho da economia do país piorou ao longo dos últimos seis meses, contra apenas 15% de entrevistados que notaram melhora no período. Já quando a análise se detém ao próprio negócio, o quadro é um pouco melhor, uma vez que 21% notaram algum progresso na sua empresa, enquanto 39% observaram piora.

Dentre os que notaram piora em suas empresas, a queda das vendas é o sintoma mais evidente, mencionada por 78% dos entrevistados. Outros 29% disseram que houve aumento dos custos de matéria prima e produtos e 15% sofrem as consequências da inadimplência de seus clientes. Entre os que notaram melhora na performance do próprio negócio, 45% disseram ter vendido mais no período, ao passo que 34% investiram na gestão da empresa.

Apesar do quadro atual não ser positivo, 56% dos micro e pequenos empresários estão confiantes com próprio negócio; 43% esperam aumento nas vendas

O indicador ainda mostra que mesmo diante de uma realidade negativa, uma parte significativa dos empresários entrevistados mantém a expectativa de melhora, seja com relação à própria empresa ou à economia do país. Em termos percentuais, 56% dos donos de micro e pequenas empresas disseram estar confiantes com o futuro do próprio negócio contra apenas 11% que estão declaradamente pessimistas. Quando a análise se detém a realidade da economia, os números são um pouco piores, mas ainda demonstram otimismo: 38% estão otimistas contra 19% de pessimistas.

De modo geral, 43% dos empresários de menor porte acreditam o faturamento de sua empresa irá crescer nos próximos seis meses, enquanto 46% acham que o quadro não irá se alterar.

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14maio
Confiança do empresário em São Paulo se mantém praticamente estável em abril
Economia

FecomercioSP

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) no município de São Paulo praticamente se manteve estável (-0,2%) em abril, após atingir seu maior patamar em quatro anos em março (115,5 pontos) e registrar três altas mensais consecutivas. No mês, o indicador marcou 115,4 pontos. Na comparação anual, o ICEC avançou 12,3%.

Apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o ICEC varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Em abril, o ICEC das empresas com até 50 funcionários recuou 0,2% em relação a março, indo de 115,1 pontos para 114,9 pontos atuais. Em comparação com o mesmo período de 2017, houve elevação de 11,8%. No caso das empresas com mais de 50 empregados, ocorreu uma alta de 2,1% – de 133,7 pontos no terceiro mês do ano para 136,6 pontos no mês atual. No comparativo com abril do ano passado, a elevação foi de 31,9%.

Indicadores

Dos três quesitos que integram o indicador, apenas o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICAEC) apresentou queda em abril na comparação com o mês anterior (-2,6%), passando de 96,3 para 93,8 pontos, mas no comparativo anual, registrou um significativo aumento de 28,2%.

O Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC) e o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) apontaram crescimento em abril. O primeiro atingiu 157 pontos, ante os 155,5 pontos do mês de março, alta de 0,9% – a terceira consecutiva –, e na comparação com abril de 2017, a elevação foi de 4,9%. O segundo passou de 94,8 pontos em março para os atuais 95,3 pontos, um avanço de 0,5% – no contraponto anual, foi de 11,5%.

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, houve um recuo na confiança do empresário com relação ao momento atual, muito por causa do ritmo lento da recuperação da economia, que deixou a desejar neste início do ano. No entanto, as expectativas futuras continuam positivas, apoiadas na conjuntura de inflação baixa e taxas de juros em queda, além da contínua melhoria no mercado de trabalho.

Dessa forma, a Entidade afirma que é preciso aguardar os próximos meses para verificar se é apenas uma parada técnica, se o indicador se acomodará nesse patamar ou se haverá uma reversão de tendência.

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24abr
Aumento da confiança do micro e pequeno empresário revela estabilidade do clima de otimismo, aponta SPC Brasil
Economia

No mês de março, o Indicador de Confiança da Micro e Pequena Empresa (MPE) atingiu 55,3 pontos, acima dos 53,2 pontos de fevereiro, sendo o maior resultado desde que a série histórica começou a ser medida, em maio de 2015

Desde a primeira medição até o último mês de março a confiança avançou 18,7 pontos. Os dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que, pela sexta vez consecutiva, o resultado ficou acima dos 50 pontos e indicam que o clima de otimismo prevalece entre os entrevistados.

Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que, acima de 50 pontos, reflete confiança desses empresários e, abaixo dos 50 pontos, reflete desconfiança com os negócios e com a economia.

O Indicador de Confiança é composto pelo Indicador de Condições Gerais e pelo Indicador de Expectativas. Por meio da avaliação das condições gerais, busca-se medir a percepção dos micro e pequenos varejistas e empresários de serviços sobre os últimos seis meses. Já através das expectativas, busca-se medir o que se espera para os próximos seis meses.

O Indicador de Condições Gerais subiu de 34,4 pontos em março de 2017 para 43,7 pontos em março de 2018, o maior valor desde o início da série histórica em maio de 2015.

Em termos percentuais, 45% dos micro e pequenos empresários sondados consideram que as condições da economia brasileira pioraram nos últimos seis meses. Apesar de elevado, o número alcançou 61% em março de 2017. Já a proporção dos que notaram melhora da economia marcou 24% em março.

Com relação à avaliação do desempenho dos negócios: em um ano, o percentual dos que notam melhora do próprio negócio passou de 15% para 26%; já o percentual dos que notam piora passou de 50%, em março de 2017, para 33% em março de 2018.

Entre os que avaliam que o quadro de sua empresa piorou, 75% imputam a piora à redução das vendas por conta da crise. Além desses, 30% citam o aumento dos preços dos insumos e matérias primas. Já para aqueles que notaram melhora do seu negócio, 57% notaram aumento das vendas, a melhora da gestão da empresa (30%), a modificação do mix de produtos e serviços oferecidos (15%) e a redução dos custos da empresa (14%).

Já o Indicador de Expectativas, que serve de parâmetro para avaliar o que os empresários aguardam para o futuro, ficou em 64,0 pontos em março de 2018. De acordo com o levantamento, 51% dos micro e pequenos empresários estão em algum grau confiantes com o futuro da economia do país contra 16% de pessimistas. Quando essa análise se restringe à realidade da sua própria empresa, o índice cresce e atinge 62% dos empresários otimistas contra um percentual de 10% que manifestaram pessimismo com o futuro de seus negócios.

Entre os que imaginam que suas empresas terão um horizonte positivo nos próximos seis meses, 32% confiam na boa gestão que fazem do negócio e o mesmo percentual está fazendo investimentos na empresa. Já entre os pessimistas com o futuro de seus negócios, a razão mais citada é a queda das vendas, lembrada por 59%.

Para os MPEs que apontam otimismo com os próximos meses da economia, a maioria (48%) não sabe ao certo dizer as razões. A melhora de indicadores econômicos foi mencionada por 33%. Os empresários também lembraram do fato de o país ter um amplo mercado consumidor (17%), do cenário político mais favorável (11%) e das medidas econômicas que estão sendo adotadas (8%).

Entre os que manifestam pessimismo com os próximos meses da economia, a maior parte teme as incertezas políticas, citadas por 61%. Em seguida, 25% colocam o pessimismo na conta das instituições e leis do país que, segundo dizem, não favorecem o desenvolvimento do empreendedor. O mesmo percentual (25%) cita a discordância com as medidas econômicas que estão sendo adotadas e 23% citam o receio de novas dificuldades econômicas.

Faturamento das empresas

A maior parte (51%) dos micro e pequenos empresários acredita que o faturamento poderá crescer nos próximos seis meses. Outros 40% acham que ele não se alterará ao longo do primeiro semestre do ano, contra apenas 6% dos que esperam queda das receitas. Entre os empresários que esperam ver o faturamento crescer, a maior parte (42%) diz estar buscando novas estratégias de vendas e 28% apostam na diversificação do seu portfólio de produtos.

Ainda de acordo com a sondagem, 48% dizem ter conseguido realizar alguma melhora no negócio e as principais melhorias foram a reforma da empresa (43%), a compra de equipamentos e maquinário (40%), a ampliação do estoque (20%); e a qualificação da mão-de-obra (19%).

Metodologia

O Indicador e suas aberturas mostram que houve melhora quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica que houve percepção de piora por parte dos empresários. A escala do indicador varia de zero a 100. Zero indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais da economia e dos negócios “pioraram muito”; 100 indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais “melhoraram muito”.

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