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07nov
Em outubro, confiança do consumidor subiu pelo terceiro mês consecutivo
Economia

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) paulistano avançou pelo terceiro mês consecutivo em outubro, alta de 1,1% ao passar de 106,8 em setembro, para 107,9 pontos no mês. Em relação ao mesmo período de 2017, o indicador avançou 5%.

O ICC é elaborado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e a escala de pontuação varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Entre os dois quesitos que compõem o indicador, o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) exibiu queda de 2%, ao passar de 80,4 em setembro para 78,7 pontos em outubro. Já o Índice de Expectativas do Consumidor (IEC) avançou 2,4%, ao passar de 124,4 em setembro para 127,4 pontos em outubro. No comparativo anual, ambos registraram alta de 7,9%  e 3,8% respectivamente.

Gênero e renda

O resultado do ICEA destaca as assimetrias verificadas na classe de renda e no corte por gênero. A percepção dos consumidores com renda familiar inferior a dez salários mínimos (SM) em relação às condições econômicas atuais registrou leve alta de 0,3%, passando de 76,3 pontos em setembro para 76,5 em outubro. Já os consumidores acima desse patamar descreveram queda de 6,2%, ao passar de 89 pontos em setembro para 83,5 em outubro.

Na segmentação por gênero, o público masculino sofreu queda de 3,4%, ao passar de 87,7 pontos em setembro para 84,7 em outubro. Enquanto o grupo feminino registrou leve queda de 0,4%, ao passar de 73,1 pontos em setembro para 72,8 ponto em outubro.

No IEC, destacam-se as duas maiores altas: o grupo daqueles consumidores com idade superior a 35 que registraram avanço de 4,8% ao passar de 118,6 em setembro para 124,3 pontos em outubro e o grupo feminino que descreveu alta de 3,8% passando de 119,9 em setembro para 124,5 pontos em outubro.

De acordo com a FecomercioSP, a terceira alta consecutiva do ICC demonstra que as expectativas dos consumidores melhoraram, contudo, diante do cenário atual turbulento, com menor recuperação do consumo das famílias e incertezas políticas, ainda há volatilidade nos indicadores, fazendo com que as médias das Condições Econômicas Atuais voltassem a cair. Os consumidores se mostram mais preocupados com suas condições econômicas do presente, assim, ajustam para baixo suas avaliações e ao mesmo tempo incorporam percepções um pouco mais otimistas quanto ao futuro. As incertezas devem diminuir após a definição eleitoral.

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03out
Em setembro, confiança do consumidor sobe pelo segundo mês consecutivo
Economia

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) paulistano avançou pelo segundo mês consecutivo em setembro. A alta foi de 2,3% ao passar de 104,4 pontos em agosto para 106,8 no mês atual. Em relação a setembro de 2017, o indicador avançou 7,1%.

O ICC é elaborado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e a escala de pontuação varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Entre os dois quesitos que compõem o indicador, o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) exibiu queda de 3,2% ao passar de 83 pontos em agosto para 80,4 pontos em setembro, enquanto o Índice de Expectativas do Consumidor (IEC) avançou 4,9% no mesmo período passando de 118,6 para 124,4 pontos. No comparativo anual, ambos registraram alta, de 14,6% e 4,2% respectivamente.

Gênero e renda

O resultado do ICEA destaca as assimetrias verificadas na classe de renda e no corte por gênero. A percepção dos consumidores com renda familiar inferior a dez salários mínimos (SM) em relação às condições econômicas atuais registrou leve alta de 0,5% passando de 76 pontos em agosto para 76,3 pontos em setembro. Já os consumidores acima desse patamar descreveram queda de 9,2% ao passar de 98 pontos em agosto para 89 pontos em setembro.

No corte por gênero, enquanto o público masculino registrou alta de 1,8% ao passar de 86,1 pontos em agosto para 87,7 pontos em setembro, o grupo feminino apresentou queda de 8,6% passando de 80 pontos em agosto para 73,1 pontos em setembro.

Segundo a assessoria econômica da Federação, após a alta da inflação nos meses de maio e junho causada pela greve dos caminhoneiros, os impactos da recente escalada do dólar têm preocupado os consumidores. O grupo feminino, que na maioria das vezes é responsável pelo orçamento doméstico foi um dos grupos que mais sentiram esse efeito.

No IEC, destacam-se as duas maiores altas: o grupo de consumidores com renda até dez SM que registrou alta de 5,3% ao passar de 113,3 pontos em agosto para 119,3 pontos em setembro e o grupo masculino avançou 6,1% passando de 121,5 pontos em agosto para 128,9 pontos em setembro.

Para a FecomercioSP, a alta do ICC pelo segundo mês consecutivo foi motivada pela melhora das expectativas em relação ao futuro. O resultado só não foi melhor por conta da percepção em relação às condições econômicas atuais, que se deteriorou, provavelmente, pelo temor dos impactos da alta do dólar, avalia a Entidade.

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27jun
Setor de vendas online pode ter prejuízo de R$ 11 bilhões graças a erros no atendimento ao consumidor
Economia

O setor de vendas online pode ter prejuízo de R$ 11 bilhões devido à falta de qualidade no suporte ao consumidor na hora da venda.

Essa é a conclusão de estudo realizado pela Toluna a pedido da Freshworks. No ano de 2016, o Brasil foi o líder do mercado digital na América do Sul, contando com mais de 48 milhões de consumidores; este número representa aumento de 22% em relação ao ano anterior.

Vendas online

A pesquisa abordou mais de 500 compradores online, concluindo que dois em cada três já abandonaram compras por não receberem informações adequadas.

Dos entrevistados que assumiram ter desistido de pedidos, 68,91% disseram que a compra cancelada valia entre R$ 1 e R$ 200, enquanto 23,45% disseram que o valor da compra ia de R$ 501 a mais de R$ 3.001; o valor médio de cada pedido abandonado foi de R$ 350.

Se multiplicarmos esta média por 66% do total de compradores digitais brasileiros em 2016, chegamos à estimativa de que o potencial perdido tenha sido de R$ 11 bilhões em vendas.

O estudo ainda concluiu que 54% dos brasileiros dizem que atendimento é um fator crucial na hora de comprar online. A maioria (57,7%) prefere suporte via e-mail, seguido por chats (52,72%), telefonemas (46,89%), aplicativos de mensagens (37,16%) e redes sociais (14,01%).

Fundador e CEO da Freshworks, Girish Mathrubootham comentou o estudo: “O varejo online está crescendo no Brasil, mas o que as empresas precisam aprender rapidamente é que, se não fornecerem a seus clientes um bom suporte durante o processo, ele não hesitará em abortar uma compra”.

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17abr
Índice de Confiança do Consumidor fica estável em março, aponta pesquisa
Economia

O Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) ficou estável no mês de março ao apresentar 42,2 pontos, enquanto no mesmo mês do ano passado se encontrava em 42,3 pontos.

O índice mede a percepção do  consumidor brasileiro em relação à economia e suas próprias finanças. Os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). A escala do indicador varia de zero a 100 e resultados acima de 50 pontos demonstram um predomínio da percepção de otimismo. 

O presidente da CNDL, José Cesar da Costa, afirma detectar sinais de melhora na economia, apesar de ressaltar que a mudança é lenta e insuficiente para recolocar o país no nível de atividade anterior à crise. “A recuperação da atividade econômica existe e está consolidada, mas o ritmo de melhora é gradual e, por enquanto, não se reflete de forma imediata no dia a dia do consumidor. Com a melhora dos níveis de renda, emprego e inadimplência, a recuperação fará com que a confiança do consumidor apresente resultados mais expressivos”, afirma Costa. 

O levantamento apontou que 76% dos consumidores avaliam como negativas as condições da economia, 21% como regular e 2% como positiva. Já em relação à sua própria condição financeira, pouco mais da metade dos pesquisados (51%) avalia como regular, 39% como ruim ou péssima e 9% como boa. 

O custo de vida é apontado como o maior problema para os entrevistados: 50% consideram o fator como o mais pesado nas suas finanças pessoais, 17% apontam o endividamento, 16% o desemprego e 11% a queda dos rendimentos. Os preços elevados são sentidos principalmente nos postos de gasolina (87%) e nos supermercados (83%). A pesquisa entrevistou 801 consumidores.

Crescimento da indústria paulista 

A indústria paulista criou 10 mil postos de trabalho em março, com resultado superior ao do mesmo mês no ano passado, quando foram criadas 9.500 vagas. No ano, houve acréscimo de 23 mil postos. É o maior saldo no primeiro trimestre de um ano desde 2013, quando foram criadas 34.500 vagas.

Os dados são da Pesquisa de Nível de Emprego, divulgada nesta segunda-feira (16) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

Para o vice-presidente e diretor titular do Departamento de Economia, Competitividade e Tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, a recuperação da economia está em trajetória de crescimento, ainda que o ritmo esteja aquém do desejado.

“Continuamos com a recuperação do emprego. Ela é lenta, com um crescimento não tão forte como gostaríamos, por alguns problemas de rota. Agora, nossa preocupação é que esse crescimento passe a ter ritmo mais acelerado, para compensar a queda habitual do segundo semestre de cada ano. Se reformas como a da Previdência tivessem sido feitas, acredito que a situação seria bem melhor”, disse Roriz.

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19dez
Confiança do consumidor cresce pelo segundo mês consecutivo
Economia

A confiança do consumidor paulista cresceu pelo segundo mês consecutivo, melhorando ainda mais as expectativas dos comerciantes para as vendas no Natal. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (FecomercioSP), apontou alta de 1,1% em relação ao mês anterior, que passou de 102,8 pontos em outubro para 104,0 pontos em novembro.

Se comparado com o mesmo período de 2016, entretanto, houve uma redução de 5,7%. Mesmo assim, o resultado alcançado neste ano é visto com entusiasmo pela Federação. De acordo com a assessoria econômica da Entidade, apesar do ICC apresentar a terceira baixa consecutiva na comparação anual – resultado da instabilidade política – o aumento no índice em relação aos meses anteriores está alicerçado a questões sólidas, como a recuperação da renda e do emprego.

O ICC é elaborado mensalmente pela FecomercioSP, sua escala de pontuação varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Assimetria entre homens e mulheres

Dos diversos parâmetros analisados pelo ICC, a diferença de gênero e renda são os que chamam mais atenção. Enquanto o grupo masculino registrou queda na expectativa de 2,7% no mês de outubro em relação a novembro, o grupo feminino teve alta de 1,5%.

No mesmo período, outras altas vieram de consumidores com idade superior a 35 anos, com melhora de 3,6%, e de consumidores com renda familiar inferior a dez salários mínimos, que assinalaram aumento de 3,2%.

Ou seja, apesar da crise econômica ainda vigente, o cenário econômico começa a apresentar sinais sólidos de melhora. Índices como o ICC podem ajudar você, lojista ou varejista, a traçar estratégias que alcancem esses consumidores, que estão mais dispostos a gastar neste fim de ano.

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