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23out
CNC eleva previsão de vendas pela primeira vez desde maio
Economia

Após a divulgação pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da alta de 4,2% do comércio varejista em agosto, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou de +4,3% para +4,5% sua estimativa de crescimento do setor este ano. Foi a primeira revisão positiva desde a greve dos caminhoneiros, em maio.

Para a entidade, a liberação de recursos do PIS/PASEP ajudou nas vendas em agosto, injetando no consumo aproximadamente R$ 10,3 bilhões do total sacado nos meses de agosto e setembro, segundo estimativa da própria Confederação.

Esse cenário se baseia na percepção de que a economia e o mercado de trabalho seguem em recuperação lenta, e de que as taxas de juros mantêm tendência de queda pelo menos até o fim do ano. Além disso, a taxa de câmbio, que havia apresentado elevação de quase 20% entre maio e agosto, arrefeceu nas últimas semanas, situando-se atualmente no menor patamar dos últimos dois meses.

No entanto, passado o “efeito PIS/PASEP”, o setor deverá voltar a enfrentar dificuldades para sustentar o ritmo de crescimento, mesmo considerando a possibilidade de o varejo brasileiro avançar em 2018 um pouco mais do que no ano passado, quando registrou +4%.

Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)

De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje pelo IBGE, em agosto o volume de vendas nos dez segmentos que integram o comércio varejista brasileiro avançou 4,2% em relação a julho. Essa foi a maior taxa mensal desde que a PMC passou a incorporar os desempenhos dos segmentos automotivos e de materiais de construção, em 2003.

Destacaram-se as variações apuradas pelos segmentos de vestuário (+5,6%) – melhor resultado desde fevereiro de 2017 (+12,7%) – e o comércio automotivo (+5,4%). Este último ainda foi beneficiado pela redução nas taxas de juros do financiamento de veículos.

Em relação ao mesmo mês do ano passado, o resultado de agosto (+6,9%) também surpreendeu positivamente, representando a maior variação do faturamento real desde o último mês de abril (+8,8% ante abril de 2017). Novamente destacou-se o comércio automotivo (+15,9%), além do ramo de farmácias, perfumarias e cosméticos (+7,4%).

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16out
Confiança do empresário paulistano avança 1,4% em setembro
Economia

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio no Município de São Paulo (ICEC) interrompeu uma sequência de cinco quedas e avançou 1,4%, passando de 100,4 pontos, em agosto, para 101,8 pontos, em setembro. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o índice continuou em queda, de 4,2%.

Apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o ICEC varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Na análise por porte, tanto as pequenas quanto as grandes empresas apresentaram alta na comparação mensal. A confiança das empresas com até 50 empregados cresceu 1,4% e atingiu 101,2 pontos, ante os 99,8 pontos do mês de agosto, voltando ao patamar de otimismo.

O ICEC para as empresas com mais de 50 empregados registrou aumento de 2,7%, passando de 127,3 pontos para 130,7 pontos em setembro, a maior pontuação para um mês de setembro desde 2013.

Indicadores

Dos três quesitos que compõem o indicador, apenas o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) apresentou queda no mês, 0,6%, passando de 90,3 pontos, em agosto, para os atuais 89,8 pontos. Na comparação anual, o indicador caiu 0,7%, algo que não ocorria desde junho de 2016.

O Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC) voltou a crescer após cinco meses de queda consecutivos, alta de 0,6%, e registou 70,8 pontos em setembro, ante os 70,4 pontos vistos no mês anterior. Porém, na comparação com o mesmo mês de 2017, quando apontava 79,1 pontos, teve retração de 10,6%. O Índice de Expectativa do Empresário do Comércio (IEEC), por sua vez, atingiu 144,8 pontos, ante os 140,5 pontos do mês de agosto, aumento de 3,1%, mas, na comparação com setembro do ano passado, apresentou retração de 2,9%.

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, o momento atual mostra uma melhora tênue da confiança dos empresários, que se reflete na economia e no emprego, mas algo ainda insuficiente para acelerar definitivamente o País. De maneira geral, as percepções das condições atuais e as expectativas com relação à economia, ao setor e à empresa melhoraram na margem. Entretanto, as propensões a investir ainda estão em queda, mas há perspectivas moderadas de maior contratação, muito em função da proximidade do Natal.

Para a Entidade, é preciso verificar se essa modesta contribuição positiva de setembro com a confiança dos empresários vai se repetir nos próximos meses e interromper um ciclo negativo que se deveu à decepção com os resultados da economia em geral. Porém, esse cenário só deve ser alterado após o período eleitoral.

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11out
Dia das Crianças deve movimentar R$ 9,4 bilhões no varejo
Economia

Apesar da lenta retomada da economia refletir no ânimo dos brasileiros, a maioria dos consumidores (72%) deve ir às compras este ano no Dia das Crianças – em especial as mulheres (77%). É o que revela pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais. No ano passado, 67% compraram presentes na data. Para 2018, a expectativa é de que o varejo movimente cerca de R$ 9,4 bilhões.

De acordo com o levantamento, 39% dos entrevistados que presentearão, principalmente filhos, sobrinhos, netos ou afilhados, pretendem gastar o mesmo valor que o ano assado, enquanto 24% planejam comprar menos. No total, cada consumidor deve desembolsar, em média, R$ 187 com presentes.

O Dia das Crianças representa a última festa comemorativa antes do Natal e dará sinais de como será o desempenho das vendas no final do ano. “As intenções de compra da data servirão de termômetro para o fim de ano, ao trazer as primeiras impressões do que deve acontecer no Natal, principalmente em um momento que o poder de compra das famílias continua sendo afetado pelas dificuldades econômicas”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Os impactos da crise ainda estão presentes no dia a dia das pessoas e contribuem para que boa parte gaste menos na data. A principal razão para que haja um freio no consumo daqueles que pretendem gastar menos este ano deve-se ao orçamento apertado (34%), enquanto 24% desejam economizar, 18% estão desempregados e por essa razão se veem impossibilitados de comprar e 9% têm outras prioridades de aquisição (9%), como carro e casa. Há ainda os que precisam pagar dívidas em atraso (8%).

Embora os consumidores estejam cautelosos, a pesquisa mostra que cerca de um terço (30%) pretende comprar dois presentes e 25% apenas um. A maioria (66%) espera pagar os produtos à vista e o dinheiro será a opção de 51% dos entrevistados. Em segundo lugar, aparece o cartão de crédito parcelado (34%) e em terceiro, o cartão de débito (28%). Entre os que planejam parcelar as compras, a média de prestações é de quatro parcelas.

Os shopping centers são o lugar preferido dos consumidores para fazer suas compras (42%), embora 35% optem pela internet, provavelmente motivados pela comodidade e praticidade de encontrar seus presentes. Já 28% mencionaram que buscarão o tradicional comércio de rua. Mesmo com uma inflação menor se comparada ao auge da crise, a maioria dos entrevistados (59%) avalia que os preços dos presentes estão mais caros do que em 2017. Para 31%, os preços estão na mesma faixa e apenam 6% dizem estar mais baratos.

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03out
Em setembro, confiança do consumidor sobe pelo segundo mês consecutivo
Economia

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) paulistano avançou pelo segundo mês consecutivo em setembro. A alta foi de 2,3% ao passar de 104,4 pontos em agosto para 106,8 no mês atual. Em relação a setembro de 2017, o indicador avançou 7,1%.

O ICC é elaborado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e a escala de pontuação varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Entre os dois quesitos que compõem o indicador, o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) exibiu queda de 3,2% ao passar de 83 pontos em agosto para 80,4 pontos em setembro, enquanto o Índice de Expectativas do Consumidor (IEC) avançou 4,9% no mesmo período passando de 118,6 para 124,4 pontos. No comparativo anual, ambos registraram alta, de 14,6% e 4,2% respectivamente.

Gênero e renda

O resultado do ICEA destaca as assimetrias verificadas na classe de renda e no corte por gênero. A percepção dos consumidores com renda familiar inferior a dez salários mínimos (SM) em relação às condições econômicas atuais registrou leve alta de 0,5% passando de 76 pontos em agosto para 76,3 pontos em setembro. Já os consumidores acima desse patamar descreveram queda de 9,2% ao passar de 98 pontos em agosto para 89 pontos em setembro.

No corte por gênero, enquanto o público masculino registrou alta de 1,8% ao passar de 86,1 pontos em agosto para 87,7 pontos em setembro, o grupo feminino apresentou queda de 8,6% passando de 80 pontos em agosto para 73,1 pontos em setembro.

Segundo a assessoria econômica da Federação, após a alta da inflação nos meses de maio e junho causada pela greve dos caminhoneiros, os impactos da recente escalada do dólar têm preocupado os consumidores. O grupo feminino, que na maioria das vezes é responsável pelo orçamento doméstico foi um dos grupos que mais sentiram esse efeito.

No IEC, destacam-se as duas maiores altas: o grupo de consumidores com renda até dez SM que registrou alta de 5,3% ao passar de 113,3 pontos em agosto para 119,3 pontos em setembro e o grupo masculino avançou 6,1% passando de 121,5 pontos em agosto para 128,9 pontos em setembro.

Para a FecomercioSP, a alta do ICC pelo segundo mês consecutivo foi motivada pela melhora das expectativas em relação ao futuro. O resultado só não foi melhor por conta da percepção em relação às condições econômicas atuais, que se deteriorou, provavelmente, pelo temor dos impactos da alta do dólar, avalia a Entidade.

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28set
Consumidor pretende antecipar compras de Natal na Black Friday
ABCasa Natal e Festas

De acordo com previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas no período do Natal deverão crescer 2,3% em todo o Brasil. Por isso, muitos consumidores estão de olho na Black Friday para antecipar suas compras de fim de ano.

Segundo revela uma pesquisa divulgada pelo site comparador de preços Zoom, 95% dos consumidores desejam comprar na Black Friday, que neste ano cairá em 23 de novembro, sendo que 62% pretendem antecipar as compras de Natal como estratégia para economizar e 57% disseram que vão gastar mais de R$ 1.000 na promoção anual.

A pesquisa ainda revela que 67% dos entrevistados não desejam comprometer o 13º salário com compras; 58% dizem que fizeram uma reserva para aproveitar as promoções e que para 77% dos consumidores, o preço é o fator determinante para fechar a compra.

As categorias de produtos mais desejadas são: eletrônicos (53%), eletrodomésticos (52%), celulares/smartphones (50%), artigos de informática (38%) e itens de casa e decoração (23%).

Segundo Thiago Flores, CEO do Zoom, a Black Friday já está consolidada no mercado brasileiro. Na pesquisa desse ano, assim como nos anteriores, mais de 90% dos participantes afirmaram que pretendem aproveitar a data. “Isso mostra que os varejistas já estão com operações maduras para apresentar descontos expressivos durante o evento”, explica.

Vale ressaltar que, a partir de 2019, o mercado de Natal e festas ganhará um novo evento. Trata-se da ABCasa Natal & Festas, que terá sua primeira edição promovida entre 30 de maio e 2 de junho, no Anhembi, em São Paulo (SP).

A iniciativa é da ABCasa – Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes, Utilidades Domésticas, Festas e Flores, que já realiza, duas vezes por ano, com grande sucesso, a ABCasa Fair, maior feira de artigos para casa e decoração da América Latina.

Com a participação já confirmada das maiores empresas do segmento, a ABCasa Natal & Festas será destinada a lojistas, decoradores, arquitetos, promotores de eventos e todos os profissionais desse setor, que registra excelentes números anuais.

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