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Na ABCasa Fair, Miriam Leitão recomendou aos empresários que continuem investindo em seus negócios
ABCasa Fair

Encerrando a programação de palestras do primeiro dia da ABCasa Fair, Miriam Leitão falou sobre conjuntura econômica e política do Brasil.

“Os empreendedores não deveriam decidir seu futuro olhando apenas a conjuntura. É importante investir olhando para a grande transição científica, econômica e social do século 21”, destacou a jornalista, que também indicou aos espectadores que a atual conjuntura é passageira.

“A crise vai passar. É muito prolongada e difícil, misturou várias coisas, mas ela não é eterna. Estamos nesse momento saindo dela, vários indicadores já melhoraram, a inflação e os juros caíram, mas ainda tem muito chão pela frente”, enfatizou.

“Recomendo aos empresários continuar investindo, pois esse é um segmento que sempre vai ter espaço, é muito criativo, pulverizado e certamente vai conseguir passar por isso”, concluiu.

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Em ascensão, mercado pet deve atingir R$ 20 bilhões de faturamento em 2020
Associados

Na contramão da crise, dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) apontam que o mercado de produtos pet (mercado pet) no Brasil deve atingir a marca de R$ 20 bilhões de faturamento em 2020.

Mercado Pet

A receita é impulsionada por um crescimento anual acima de 5%. Em 2016, o faturamento chegou a R$ 19 milhões. Para 2018, a previsão é de 19,2 bilhões de reais e expansão de quase 7% em relação ao ano anterior.

Uma pesquisa realizada pela consultoria CVA Solutions, que envolveu 3.675 donos de cães e 2.270 possuidores de gatos, explica o crescimento do setor.

Segundo o levantamento, donos de cães investem, em média, R$ 294 por mês com seus pets, sendo R$ 121 em ração. Já os proprietários de bichanos gastam, em média, R$ 200 – o valor destinado à compra de ração é de R$ 90.

Cerca de 8,7% das pessoas também gastam com plano de saúde para pets, de acordo com a pesquisa, que assinalou ainda a crescente concentração das compras deste segmento em mega pet shops, tirando terreno dos supermercados.

De acordo com outro estudo, divulgado em 2017 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem mais de 50 milhões de cães e 22 milhões de gatos de estimação.

A ABCasa conta com diversos associados que atuam neste segmento, como a Vizapi, a Batiki, a Etilux, a 123 Útil, a Kathavento, a Zein, entre outras.

Vizapi

A Vizapi, por exemplo, trabalha com tapetes para pets. De acordo com Artur Donadussi, gerente de vendas da empresa, o mercado pet é importante para a companhia, crescendo a passos largos e acompanhando a evolução do mercado.

Mercado Pet

“Cada vez mais os proprietários buscam produtos de qualidade e diferenciados para seus pets. Os animais de estimação vêm se tornando verdadeiros membros da família”, destaca.

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Setor de vendas online pode ter prejuízo de R$ 11 bilhões graças a erros no atendimento ao consumidor
Economia

O setor de vendas online pode ter prejuízo de R$ 11 bilhões devido à falta de qualidade no suporte ao consumidor na hora da venda.

Essa é a conclusão de estudo realizado pela Toluna a pedido da Freshworks. No ano de 2016, o Brasil foi o líder do mercado digital na América do Sul, contando com mais de 48 milhões de consumidores; este número representa aumento de 22% em relação ao ano anterior.

Vendas online

A pesquisa abordou mais de 500 compradores online, concluindo que dois em cada três já abandonaram compras por não receberem informações adequadas.

Dos entrevistados que assumiram ter desistido de pedidos, 68,91% disseram que a compra cancelada valia entre R$ 1 e R$ 200, enquanto 23,45% disseram que o valor da compra ia de R$ 501 a mais de R$ 3.001; o valor médio de cada pedido abandonado foi de R$ 350.

Se multiplicarmos esta média por 66% do total de compradores digitais brasileiros em 2016, chegamos à estimativa de que o potencial perdido tenha sido de R$ 11 bilhões em vendas.

O estudo ainda concluiu que 54% dos brasileiros dizem que atendimento é um fator crucial na hora de comprar online. A maioria (57,7%) prefere suporte via e-mail, seguido por chats (52,72%), telefonemas (46,89%), aplicativos de mensagens (37,16%) e redes sociais (14,01%).

Fundador e CEO da Freshworks, Girish Mathrubootham comentou o estudo: “O varejo online está crescendo no Brasil, mas o que as empresas precisam aprender rapidamente é que, se não fornecerem a seus clientes um bom suporte durante o processo, ele não hesitará em abortar uma compra”.

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Novo cadastro positivo deverá inserir R$ 1 trilhão na economia brasileira
Economia

No início de maio, a Câmara dos Deputados votou a proposta que torna obrigatória a inclusão de consumidores e empresas no cadastro positivo. O texto-base foi aprovado com o voto favorável de 273 deputados e 150 votos contrários, mas as principais alterações ainda dependem de confirmação, quando serão votados os destaques e as emendas à proposta.

Female keyboard computer desk fingers

O cadastro positivo já existe desde 2011, com participação voluntária. Os dados sobre pagamentos dos consumidores são repassados a empresas, que formulam uma nota com base na adimplência e inadimplência. O objetivo é permitir que bons pagadores acessem juros menores a partir da sua nota.

A proposta tem como ponto mais polêmico a segurança dos dados dos consumidores. Para a oposição, haverá quebra de sigilo bancário com o repasse obrigatório de dados financeiros e sobre pagamentos. Os deputados favoráveis à proposta, no entanto, afirmam que os dados serão resguardados e que haverá redução na taxa de juros aos bons pagadores.

Para tentar vencer a resistência dos opositores, o relator da proposta, deputado Walter Ihoshi (PSD-SP), apresentou duas mudanças de última hora. A primeira delas é que o Banco Central deverá encaminhar ao Congresso Nacional, dois anos após a vigência da lei, relatório sobre os resultados alcançados com as alterações no cadastro positivo, para fins de reavaliação legislativa. A intenção é avaliar se haverá redução dos juros oferecidos ao consumidor.

A outra mudança torna responsáveis solidários, por eventuais danos morais aos consumidores, o banco de dados, a fonte da informação e a pessoa física ou jurídica que consultou os dados.

Como funciona o Cadastro Positivo

De acordo com a FecomercioSP, pesquisa da Serasa Experian aponta que o Cadastro Positivo deve inserir até 22 milhões de consumidores no mercado de crédito e mais de R$ 1 trilhão na economia brasileira. A inclusão de mais pessoas e a ampliação do crédito para quem já está no mercado têm potencial de baixar os juros dos empréstimos e dos financiamentos.

Como o Cadastro Positivo amplia o volume de informação sobre o consumidor, diminui-se o risco da oferta de crédito, o que possibilita juros mais baixos. Nesse sentido, as instituições financeiras poderão avaliar a concessão de crédito com base em uma pontuação (score) mais bem fundamentada.

Vale ressaltar que o novo modelo do Cadastro Positivo não altera a legislação vigente, que protege a privacidade do cidadão. A diferença é que, enquanto o modelo atual condiciona a abertura do cadastro conforme a autorização do consumidor, o novo modelo inclui todos de uma vez, de modo que aqueles que não quiserem participar precisam solicitar sua exclusão.

Atualmente, o Cadastro Positivo vigente conta com cerca de 6 milhões de inscritos, enquanto a lista de negativados chega a 60 milhões, o que faz com que a política de concessão de crédito leve mais em conta parâmetros negativos do que o histórico positivo dos consumidores.

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Casa e decoração é o segundo segmento que mais vende no Mercado Livre
Economia

O segmento de casa e decoração ocupa a segunda posição como setor mais vendido no Mercado Livre. Os dados foram apresentados durante o Mercado Livre Experience, evento que acontece anualmente, onde são divulgados todos os dados de negócios da plataforma.

No setor, que ocupava a 14ª posição em 2011, o site registrou um aumento de 34% no volume de buscas na categoria quarto, enquanto cozinha registrou um aumento de 86%, de acordo com dados divulgados por Leila Lustre, gerente de casa e decoração do Mercado Livre.

Ela explica que essa mudança se deve aos espaços menores nas residências e apartamentos. Representando 9% do volume de buscas do primeiro trimestre de 2017, a cozinha se tornou a sala de estar, um ambiente mais democrático, perfeito para receber amigos e novos adeptos da arte gourmet. Os produtos que se destacaram foram mesa de quatro cadeiras, com crescimento de 439%; mesa redonda de quatro cadeiras, que teve aumento de 142%, e baquetas para cozinha, que cresceu 423%.

Nos quartos, que representaram 32% das buscas, os móveis que tiveram maior destaque foram: guarda-roupa modulado (153%); camas montessorianas (595%) e armários para banheiro pequeno planejado (1089%). A sala teve 26% do volume de buscas e a cadeira de escritório presidente teve aumento de 744%.

Esses dados apontam as pessoas que estão em um momento de transição, como troca de móveis ou mudança dos filhos, sendo que 18% delas estão mais propensos a comprar móveis e produtos de decoração, e 68% são propensos a comprar eletrodomésticos e eletro portáteis.

Móveis para espaços menores

Segundo a gerente, os clientes estão buscando móveis voltados para espaços pequenos: 49% buscam por expressões como “melhores móveis” e 105% por preço, promoção e descontos.

Entre os anos 2000 e 2010 houve um crescimento de 43% de pessoas morando em apartamentos, o que também contribuiu para o grande volume de buscas por móveis menores. “Existe uma migração recente dos jovens e idosos para casas e apartamentos com cômodos menores, e isso consequentemente refletiu no hábito de consumo e busca das pessoas”, explica Leila.

Os principais compradores de móveis para esses domicílios são os mais jovens e pessoas na faixa etária de 55 ou mais, sendo que mais da metade (52%) são mulheres (no e-commerce elas representam 66%), homens solteiros, casados ou que moram juntos.  Outros 35% são solteiros e 16% são casados e sem filhos. 73% dos casais sem filhos buscam itens como ar condicionado e 59% por home theater, enquanto 200% dos casais com filhos buscam por móveis para bebê e 160% por mobília infantil.

Para Leila Lustre, o momento é de oportunidade. Além dos consumidores estarem em busca de móveis menores, principalmente nas grandes capitais, como São Paulo (16% mora em apartamento ou casas menores, de até três cômodos), a realidade econômica dos consumidores brasileiros também é outro fator de grande impacto no comportamento da compra.

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