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Novo cadastro positivo deverá inserir R$ 1 trilhão na economia brasileira
Economia

No início de maio, a Câmara dos Deputados votou a proposta que torna obrigatória a inclusão de consumidores e empresas no cadastro positivo. O texto-base foi aprovado com o voto favorável de 273 deputados e 150 votos contrários, mas as principais alterações ainda dependem de confirmação, quando serão votados os destaques e as emendas à proposta.

Female keyboard computer desk fingers

O cadastro positivo já existe desde 2011, com participação voluntária. Os dados sobre pagamentos dos consumidores são repassados a empresas, que formulam uma nota com base na adimplência e inadimplência. O objetivo é permitir que bons pagadores acessem juros menores a partir da sua nota.

A proposta tem como ponto mais polêmico a segurança dos dados dos consumidores. Para a oposição, haverá quebra de sigilo bancário com o repasse obrigatório de dados financeiros e sobre pagamentos. Os deputados favoráveis à proposta, no entanto, afirmam que os dados serão resguardados e que haverá redução na taxa de juros aos bons pagadores.

Para tentar vencer a resistência dos opositores, o relator da proposta, deputado Walter Ihoshi (PSD-SP), apresentou duas mudanças de última hora. A primeira delas é que o Banco Central deverá encaminhar ao Congresso Nacional, dois anos após a vigência da lei, relatório sobre os resultados alcançados com as alterações no cadastro positivo, para fins de reavaliação legislativa. A intenção é avaliar se haverá redução dos juros oferecidos ao consumidor.

A outra mudança torna responsáveis solidários, por eventuais danos morais aos consumidores, o banco de dados, a fonte da informação e a pessoa física ou jurídica que consultou os dados.

Como funciona o Cadastro Positivo

De acordo com a FecomercioSP, pesquisa da Serasa Experian aponta que o Cadastro Positivo deve inserir até 22 milhões de consumidores no mercado de crédito e mais de R$ 1 trilhão na economia brasileira. A inclusão de mais pessoas e a ampliação do crédito para quem já está no mercado têm potencial de baixar os juros dos empréstimos e dos financiamentos.

Como o Cadastro Positivo amplia o volume de informação sobre o consumidor, diminui-se o risco da oferta de crédito, o que possibilita juros mais baixos. Nesse sentido, as instituições financeiras poderão avaliar a concessão de crédito com base em uma pontuação (score) mais bem fundamentada.

Vale ressaltar que o novo modelo do Cadastro Positivo não altera a legislação vigente, que protege a privacidade do cidadão. A diferença é que, enquanto o modelo atual condiciona a abertura do cadastro conforme a autorização do consumidor, o novo modelo inclui todos de uma vez, de modo que aqueles que não quiserem participar precisam solicitar sua exclusão.

Atualmente, o Cadastro Positivo vigente conta com cerca de 6 milhões de inscritos, enquanto a lista de negativados chega a 60 milhões, o que faz com que a política de concessão de crédito leve mais em conta parâmetros negativos do que o histórico positivo dos consumidores.

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Casa e decoração é o segundo segmento que mais vende no Mercado Livre
Economia

O segmento de casa e decoração ocupa a segunda posição como setor mais vendido no Mercado Livre. Os dados foram apresentados durante o Mercado Livre Experience, evento que acontece anualmente, onde são divulgados todos os dados de negócios da plataforma.

No setor, que ocupava a 14ª posição em 2011, o site registrou um aumento de 34% no volume de buscas na categoria quarto, enquanto cozinha registrou um aumento de 86%, de acordo com dados divulgados por Leila Lustre, gerente de casa e decoração do Mercado Livre.

Ela explica que essa mudança se deve aos espaços menores nas residências e apartamentos. Representando 9% do volume de buscas do primeiro trimestre de 2017, a cozinha se tornou a sala de estar, um ambiente mais democrático, perfeito para receber amigos e novos adeptos da arte gourmet. Os produtos que se destacaram foram mesa de quatro cadeiras, com crescimento de 439%; mesa redonda de quatro cadeiras, que teve aumento de 142%, e baquetas para cozinha, que cresceu 423%.

Nos quartos, que representaram 32% das buscas, os móveis que tiveram maior destaque foram: guarda-roupa modulado (153%); camas montessorianas (595%) e armários para banheiro pequeno planejado (1089%). A sala teve 26% do volume de buscas e a cadeira de escritório presidente teve aumento de 744%.

Esses dados apontam as pessoas que estão em um momento de transição, como troca de móveis ou mudança dos filhos, sendo que 18% delas estão mais propensos a comprar móveis e produtos de decoração, e 68% são propensos a comprar eletrodomésticos e eletro portáteis.

Móveis para espaços menores

Segundo a gerente, os clientes estão buscando móveis voltados para espaços pequenos: 49% buscam por expressões como “melhores móveis” e 105% por preço, promoção e descontos.

Entre os anos 2000 e 2010 houve um crescimento de 43% de pessoas morando em apartamentos, o que também contribuiu para o grande volume de buscas por móveis menores. “Existe uma migração recente dos jovens e idosos para casas e apartamentos com cômodos menores, e isso consequentemente refletiu no hábito de consumo e busca das pessoas”, explica Leila.

Os principais compradores de móveis para esses domicílios são os mais jovens e pessoas na faixa etária de 55 ou mais, sendo que mais da metade (52%) são mulheres (no e-commerce elas representam 66%), homens solteiros, casados ou que moram juntos.  Outros 35% são solteiros e 16% são casados e sem filhos. 73% dos casais sem filhos buscam itens como ar condicionado e 59% por home theater, enquanto 200% dos casais com filhos buscam por móveis para bebê e 160% por mobília infantil.

Para Leila Lustre, o momento é de oportunidade. Além dos consumidores estarem em busca de móveis menores, principalmente nas grandes capitais, como São Paulo (16% mora em apartamento ou casas menores, de até três cômodos), a realidade econômica dos consumidores brasileiros também é outro fator de grande impacto no comportamento da compra.

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62% dos brasileiros devem ir às compras no Dia dos Namorados, de acordo com SPC Brasil e CNDL
Economia

Pesquisa estima que 93,5 milhões de pessoas devem presentear na data e comércio espera injeção de quase R$ 15,6 bilhões; shopping center será o principal centro de compras, com 36% das citações

Importante data do calendário lojista, o Dia dos Namorados deve levar 62% dos brasileiros às compras. A partir de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais, estima-se que aproximadamente 93,5 milhões de brasileiros devem presentar alguém neste 12 de junho, o que deve injetar aproximadamente 15,6 bilhões de reais na economia.

Dados da sondagem ajudam a derrubar o estigma de que casais deixam de se presentear após o casamento. Quando a pesquisa investiga quem será a pessoa presenteada, o esposo ou a esposa aparecem em primeiro lugar, com mais da metade das respostas (64%) ― sendo a intenção de presentear maior entre os homens (69%). Em segundo lugar no ranking dos mais presenteados, aparecem os namorados (30%) e, na sequência, os noivos (5%).

Assim como acontece em grande parte dos relacionamentos amorosos, o ato de presentear é percebido como uma troca, em que os parceiros presenteiam como demonstração de afeto, mas também esperam ser presenteados. Dessa forma, o estudo mostra que a maioria dos que vão comprar presentes no dia dos namorados (66%) acredita que também vão ganhar presentes, em especial as classes A e B (76%).

Consumidores vão gastar quase R$ 167 por presente; maior parte pretende ter gastos similares ao do ano passado


De modo geral, a pesquisa mostra que a maior parte (36%) dos entrevistados deve gastar a mesma quantia que no ano passado, enquanto 21% projetam desembolsar mais e 17% pretendem diminuir o valor gasto. Em média, o consumidor brasileiro deve desembolsar R$ 166,87 com os presentes do Dia dos Namorados, sendo que esse valor aumenta para R$ 225,18 entre as pessoas das classes A e B. Importante notar que 25% ainda não decidiram o valor que será gasto.

Entre os compradores que planejam gastar menos do em 2017, o que mais tem pesado é o fato de estarem em uma situação financeira difícil ou com o orçamento apertado, com 31% de citações. A necessidade de economizar também é motivo citado por 26% desses entrevistados. Já entre os que planejam gastar mais neste ano, 40% alegam que vão adquirir um presente melhor. De modo geral, a maioria dos consumidores (71%) deve comprar apenas um único presente, mas 23% planejam adquirir dois ou mais itens para agradar o parceiro.

Ainda de acordo com a pesquisa, a maioria dos entrevistados (58%) tem a percepção de que os produtos estão mais caros do que no ano passado. Outros 38% acreditam que os presentes se mantiveram na mesma faixa de preço e somente 4% acham que os produtos estão mais baratos do que em 2017. Como tentativa de economizar, 74% dos consumidores pretendem fazer pesquisa de preço. Entre os que devem em ir busca de ofertas mais atrativas, 76% pretendem usar a internet como principal aliada, 62% farão pesquisa de preço em lojas de shopping e 36% em lojas de rua.

De acordo com os entrevistados a principal forma de pagamento será o pagamento à vista com 58% de citações, com destaque para o dinheiro em espécie (39%) e cartão de débito (18%). Outros 37% devem utilizar o cartão de crédito e apenas 2% boleto bancário. Entre os que vão dividir as compras, o número médio de prestações varia entre três e quatro. “Em um momento em que a inadimplência e o desemprego estão elevados, comprar o presente à vista pode ser uma boa alternativa para fugir do endividamento. Para quem vai recorrer ao crédito, o ideal é fugir dos parcelamentos para evitar comprometer a renda com prestações muito alongadas e se programar para o pagamento integral da fatura”, orienta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Roupas lideram o ranking dos itens mais procurados para presentear; 36% vão realizar compras em shopping center e 18% na internet

Neste ano, os presentes mais procurados por quem vai presentear devem ser as roupas (41%), perfumes ou cosméticos (34%), calçados (22%) e jantares (18%). Completam o ranking os bombons e chocolates (17%) e acessórios, como bijuterias, cintos, óculos e relógios (17%). Outras opções de presentes que os entrevistados consideram fazer na tentativa de economizar nos gastos são fazer um jantar romântico (49%), um café da manhã (32%)e passeio ao ar livre no final de semana (24%).

Quanto ao local de compra, os shopping centers despontam como o destino para a maioria dos presentes, com 36% das citações. Em segundo lugar aparecem as lojas online (18%), seguidas dos shoppings populares (9%) e das lojas de departamento (8%). Os preços (50%) e as promoções (43%) são o que mais influenciam a escolha do local.

Em cada dez entrevistados, dois (21%) disseram que são eles próprios quem escolhem o que vão ganhar no Dia dos Namorados, ao passo que 78% deixam essa decisão a cargo do companheiro. Para a escolha do presente, os fatores mais levados em conta são a qualidade do produto (30%) e o perfil do presenteado (21%). Os locais preferidos para comemoração serão a própria casa do entrevistado (33%), seguido dos restaurantes (30%) e dos hotéis ou motéis (11%).

29% dos que pretendem comprar presentes estão com contas em atraso. Dia dos Namorados do ano passado deixou 9% dos entrevistados com o CPF restrito

Para agradar o parceiro ou a parceira, parcela considerável dos consumidores não darão a devida importância a compromissos financeiros já assumidos: três em cada dez entre os que pretendem comprar presentes (29%) revelam que irão às compras mesmo possuindo contas em atraso atualmente, especialmente respondentes das classes C, D e E (33%). Além disso, 8% deixarão de pagar alguma conta para comprar o presente da pessoa amada. Entre os consumidores que estão com contas em atraso, 72% também estão com seus CPFs negativados em serviços de proteção ao crédito, principalmente respondentes das classes C, D e E (75%).

Os dados revelam que entre os consumidores que compraram presentes para o Dia dos Namorados do ano passado, 9% estão negativados por compras feitas na ocasião. Além disso, 28% dos compradores admitem ter o hábito de gastar mais do que podem para agradar o parceiro. “Para os que têm contas com pagamento em atraso ou estão negativados, existem outras formas de demonstrar e retribuir afeto, que não sejam somente por meio da troca de bens materiais. Nesta hora, é preciso autocontrole e disciplina para conter os gastos e usar a criatividade para surpreender a pessoa amada”, orienta o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

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Vendas durante o Dia das Mães tem melhor desempenho dos últimos cinco anos, aponta Serasa
Economia

Durante a semana que antecedeu o Dia das Mães, de 7 a 13 de maio de 2018, as vendas subiram 5,7% em relação ao mesmo período do ano anterior (8 a 14 de maio de 2017). É o que aponta o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. O número reflete o melhor desempenho apresentado dos últimos cinco anos.

Já no final de semana do Dia das Mães, de 11 a 13 de maio, o aumento foi de 5% em todo o país na comparação com o final de semana equivalente ao do ano anterior (12 a 14 de maio de 2017).

Maior crescimento

Superando a média nacional, a cidade de São Paulo apresentou crescimento de 6,5% nas vendas realizadas na semana do Dia das Mães em comparação ao mesmo período no ano passado.

No final de semana da data, as vendas aumentaram 6,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a redução das taxas de juros, combinada com a retomada do crédito ao consumidor e com a recuperação gradual do poder de compra da população, dada pela queda da inflação, impulsionaram as vendas do Dia das Mães neste ano.

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Índice de Confiança do Comércio chega ao maior patamar dos últimos quatro anos
Economia

Com 114,5 pontos no mês de abril, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu o maior patamar verificado desde 2014. O indicador evoluiu 1,3% em comparação com março, na série de ajuste sazonal. Em 2017, no mesmo período, o aumento foi de 11,9%.

O bom resultado reflete a melhor avaliação das condições correntes por parte dos comerciantes, que apresentou o sexto aumento mensal consecutivo, com alta de 2,0%, na série com ajuste sazonal. Mesmo situando-se na zona negativa (abaixo dos 100 pontos), o subíndice chegou a 91,1 pontos, um aumento relevante de 30,1%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Neste abril, 48,8% dos comerciantes consideram o desempenho do comércio melhor do que há um ano.

A percepção dos varejistas sobre as condições atuais melhorou expressivamente em todos os itens avaliados (economia, setor e empresa), em relação a 2017, com destaque para a economia, com aumento de 41,0%. Neste mês de abril, 44,6% dos entrevistados consideram que a economia está melhor do que há um ano.

Segundo o chefe da Divisão Econômica da CNC Fabio Bentes, a confiança dos empresários do comércio, influenciada pela recuperação das vendas em relação a 2017, pode se aproximar do nível anterior à crise econômica no terceiro trimestre deste ano. “O crescimento das vendas, associado à baixa inflação e juros em piso histórico, viabiliza tendência de gradual avanço do consumo”, explica.

Para a CNC, as expectativas dos comerciantes no curto prazo são as maiores desde dezembro de 2013. O componente se mantém na zona positiva, com 158,7 pontos, um aumento de 1,2% em relação a março e 4,3% na comparação anual.

As perspectivas no curto prazo em relação ao desempenho do comércio (+4,8%), da própria empresa (+3,0%) e da economia (+5,1%) melhoraram em comparação com o mesmo período de 2017. Na avaliação de 91,8% dos entrevistados, a economia vai melhorar nos seis meses à frente.

O subíndice que mede as intenções de investimento do comércio teve leve aumento mensal de 1,1%, com destaque para o aumento da intenção de contratação de funcionários (+1,6%). Comparado com 2017, a reação mais significativa se verifica nas intenções de investimento nas empresas (+18,2%). No auge da crise do varejo, foram fechados 226 mil estabelecimentos comerciais no Brasil.

Apesar do saldo ainda negativo (-19,3 mil), em 2017 registrou-se retração de 82% no fechamento de lojas. Nos três últimos meses do ano passado, já foi possível perceber o início de um processo de recuperação em alguns estados, e a CNC projeta abertura líquida de 20,7 mil novos pontos comerciais ao fim de 2018.

A previsão da CNC para este ano é que o comércio registre alta de 5,0%, podendo resultar no maior crescimento das vendas desde 2012. Em relação à oportunidade de trabalho, a Confederação projeta 94 mil vagas formais no varejo até o fim de 2018. Esse cenário se baseia na percepção de continuação de menor pressão de preços no curto prazo, além de uma expectativa de recuo no custo do crédito e recuperação do emprego e da renda ao longo do ano.

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