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12nov
Natal deve movimentar R$ 53,5 bi na economia, aponta pesquisa CNDL/SPC Brasil
Economia

A maior parte dos brasileiros pretende manter a tradição e ir às compras neste Natal, movimento que promete aquecer as vendas do varejo em 2018. É o que revela pesquisa realizada em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). As projeções permanecem no mesmo patamar do último ano e indicam uma injeção de aproximadamente R$ 53,5 bilhões na economia.

Além disso, espera-se que mais de 110,1 milhões de consumidores presenteiem alguém no Natal de 2018. Em termos percentuais, 72% dos brasileiros planejam comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado principalmente nas classes A e B (83%).

Apenas 9% disseram que não vão presentear — 26% porque não gostam ou não têm o costume, 23% por estarem desempregados e 17% por não ter dinheiro — enquanto 19% ainda não se decidiram.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia reforça o porquê a data é a mais aguardada do ano para consumidores e comerciantes. “Embora o cenário econômico atual não esteja tão favorável, a expectativa positiva para o Natal dá indícios sobre a disposição dos brasileiros em consumir”, afirma.

Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa devem comprar entre quatro e cinco presentes. O valor médio com cada item será de R$ 115,90, sendo maior entre os homens (R$ 136,51). O levantamento também revela que o número dos que pretendem desembolsar entre R$ 101 e R$ 200 com presentes cresceu na comparação com 2017, passando de 10% para 16%. Esse percentual chega a mais de um terço (33%) na faixa acima de 55 anos. Há, contudo, uma parcela considerável de consumidores (33%) que ainda não decidiu qual ao valor a ser desembolsado.

Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal é que quase um terço (27%) dos entrevistados que compraram presentes em 2017 irá gastar um valor superior este ano — alta de oito pontos percentuais na comparação com o último Natal.

Por mais um ano, as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (55%). Calçados (32%), perfumes e cosméticos (31%), brinquedos (30%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (19%), completam a lista de produtos mais procurados para a data.

57% vão pagar presentes à vista; para quem parcela, dívidas vão durar, em média, quatro meses

De acordo com o levantamento, a maioria dos entrevistados (57%) vai optar por uma modalidade de pagamento à vista — percentual que sobe para 61% nas classes C, D e E. Os que vão utilizar alguma modalidade de crédito somam 40% dos compradores, dos quais 26% vão recorrer ao cartão de crédito parcelado, 10% preferem pagar no cartão em parcela única e apenas 2% devem usar o cartão de lojas.

Na média, as compras parceladas serão divididas entre quatro e cinco vezes, o que significa para o consumidor comprometer parte de sua renda com prestações de Natal até a Páscoa do próximo ano. Para 54% das pessoas ouvidas pela pesquisa que irão dividir o pagamento de suas compras, a escolha pelo parcelamento deve-se à falta de condições em comprar todos os presentes de uma única vez, enquanto 29% preferem parcelar para garantir sobras de dinheiro no orçamento e 25% esperam poder comprar presentes melhores.

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05nov
CNC eleva previsão de vendas e empregos para o Natal
Economia

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou a projeção de vendas calculada para o Natal deste ano e estima que a data movimentará R$ 34,5 bilhões, o que representa um avanço de +2,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. A previsão de contratação de trabalhadores temporários também aumentou de 72,7 mil para 76,5 mil vagas.

“Além da menor pressão sobre a inflação, nos meses de agosto e setembro de 2018, o mercado de trabalho, lastro do consumo no País, registrou os maiores saldos de geração vagas formais em cinco anos. Naturalmente, com a melhora nas expectativas de vendas, a demanda por trabalhadores temporários no varejo deverá crescer”, aponta Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da Confederação.

O maior aumento nas vendas deverá ocorrer nos segmentos de hiper e supermercados (R$ 12,3 bilhões), lojas de vestuário (R$ 8,3 bilhões) e de artigos de uso pessoal e doméstico (R$ 5,2 bilhões), ramos que juntos deverão responder por cerca de 75% das vendas natalinas deste ano. O maior aumento real das vendas, contudo, deverá se dar no segmento de cosméticos e perfumarias (+4,3% em relação à mesma data de 2017).

Mais contratações, ainda que tardias

Segundo a CNC, os destaques na oferta de vagas ficarão a cargo dos segmentos de vestuário e calçados (49,6 mil vagas), seguidos por hiper e supermercados (14,1 mil) e pelas lojas de artigos de uso pessoal e doméstico (8,9 mil). Historicamente, vendedores (43%) e operadores de caixa (11%) costumam ser os profissionais mais procurados para o preenchimento das vagas temporárias. Regionalmente, as vagas ofertadas em São Paulo (19,0 mil), Minas Gerais (8,7 mil), Rio de Janeiro (7,6 mil) e Rio Grande do Sul (6,8 mil) vão corresponder a 55% do total de postos a serem criados no Natal de 2018.

“Embora a temporada de contratações no varejo costume ocorrer entre os meses de setembro e dezembro, o agravamento da crise vivida pelo setor nos últimos anos provocou um ‘efeito adiamento’ na demanda por trabalhadores”, comenta o economista.  Antes da crise, em média, 24% das vagas eram preenchidas nos meses de setembro e outubro. A partir de 2015, esse percentual caiu para 14%. Em contrapartida, o mês de dezembro, que costumava concentrar cerca de 14% das vagas temporárias até 2014, passou, nos três últimos anos, a responder por 26% dos postos de trabalho criados para o Natal. A maior parte das contrações continua ocorrendo em novembro, mês em que o varejo preenche cerca de 60% das vagas oferecidas.

De acordo com a Confederação, 22% dos trabalhadores contratados de forma temporária devem ser efetivados após o período de festas – um percentual abaixo do observado no início de 2018 (23,8%), porém acima das taxas observadas durante a recessão (14,4% em 2015 e 15,2% em 2016).

Salários

O salário de admissão deverá alcançar R$ 1.211,00, avançando, portanto, 2,4% em termos nominais na comparação com o mesmo período do ano passado. O maior salário de admissão deverá ser pago pelo ramo de artigos farmacêuticos, perfumarias e cosméticos (R$ 1.479), seguido pelas lojas especializadas na venda de produtos de informática e comunicação (R$ 1.453). Esses segmentos, contudo, deverão ofertar apenas 1,5% das vagas totais a serem criadas no varejo.

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23out
CNC eleva previsão de vendas pela primeira vez desde maio
Economia

Após a divulgação pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da alta de 4,2% do comércio varejista em agosto, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou de +4,3% para +4,5% sua estimativa de crescimento do setor este ano. Foi a primeira revisão positiva desde a greve dos caminhoneiros, em maio.

Para a entidade, a liberação de recursos do PIS/PASEP ajudou nas vendas em agosto, injetando no consumo aproximadamente R$ 10,3 bilhões do total sacado nos meses de agosto e setembro, segundo estimativa da própria Confederação.

Esse cenário se baseia na percepção de que a economia e o mercado de trabalho seguem em recuperação lenta, e de que as taxas de juros mantêm tendência de queda pelo menos até o fim do ano. Além disso, a taxa de câmbio, que havia apresentado elevação de quase 20% entre maio e agosto, arrefeceu nas últimas semanas, situando-se atualmente no menor patamar dos últimos dois meses.

No entanto, passado o “efeito PIS/PASEP”, o setor deverá voltar a enfrentar dificuldades para sustentar o ritmo de crescimento, mesmo considerando a possibilidade de o varejo brasileiro avançar em 2018 um pouco mais do que no ano passado, quando registrou +4%.

Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)

De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje pelo IBGE, em agosto o volume de vendas nos dez segmentos que integram o comércio varejista brasileiro avançou 4,2% em relação a julho. Essa foi a maior taxa mensal desde que a PMC passou a incorporar os desempenhos dos segmentos automotivos e de materiais de construção, em 2003.

Destacaram-se as variações apuradas pelos segmentos de vestuário (+5,6%) – melhor resultado desde fevereiro de 2017 (+12,7%) – e o comércio automotivo (+5,4%). Este último ainda foi beneficiado pela redução nas taxas de juros do financiamento de veículos.

Em relação ao mesmo mês do ano passado, o resultado de agosto (+6,9%) também surpreendeu positivamente, representando a maior variação do faturamento real desde o último mês de abril (+8,8% ante abril de 2017). Novamente destacou-se o comércio automotivo (+15,9%), além do ramo de farmácias, perfumarias e cosméticos (+7,4%).

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11out
Dia das Crianças deve movimentar R$ 9,4 bilhões no varejo
Economia

Apesar da lenta retomada da economia refletir no ânimo dos brasileiros, a maioria dos consumidores (72%) deve ir às compras este ano no Dia das Crianças – em especial as mulheres (77%). É o que revela pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais. No ano passado, 67% compraram presentes na data. Para 2018, a expectativa é de que o varejo movimente cerca de R$ 9,4 bilhões.

De acordo com o levantamento, 39% dos entrevistados que presentearão, principalmente filhos, sobrinhos, netos ou afilhados, pretendem gastar o mesmo valor que o ano assado, enquanto 24% planejam comprar menos. No total, cada consumidor deve desembolsar, em média, R$ 187 com presentes.

O Dia das Crianças representa a última festa comemorativa antes do Natal e dará sinais de como será o desempenho das vendas no final do ano. “As intenções de compra da data servirão de termômetro para o fim de ano, ao trazer as primeiras impressões do que deve acontecer no Natal, principalmente em um momento que o poder de compra das famílias continua sendo afetado pelas dificuldades econômicas”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Os impactos da crise ainda estão presentes no dia a dia das pessoas e contribuem para que boa parte gaste menos na data. A principal razão para que haja um freio no consumo daqueles que pretendem gastar menos este ano deve-se ao orçamento apertado (34%), enquanto 24% desejam economizar, 18% estão desempregados e por essa razão se veem impossibilitados de comprar e 9% têm outras prioridades de aquisição (9%), como carro e casa. Há ainda os que precisam pagar dívidas em atraso (8%).

Embora os consumidores estejam cautelosos, a pesquisa mostra que cerca de um terço (30%) pretende comprar dois presentes e 25% apenas um. A maioria (66%) espera pagar os produtos à vista e o dinheiro será a opção de 51% dos entrevistados. Em segundo lugar, aparece o cartão de crédito parcelado (34%) e em terceiro, o cartão de débito (28%). Entre os que planejam parcelar as compras, a média de prestações é de quatro parcelas.

Os shopping centers são o lugar preferido dos consumidores para fazer suas compras (42%), embora 35% optem pela internet, provavelmente motivados pela comodidade e praticidade de encontrar seus presentes. Já 28% mencionaram que buscarão o tradicional comércio de rua. Mesmo com uma inflação menor se comparada ao auge da crise, a maioria dos entrevistados (59%) avalia que os preços dos presentes estão mais caros do que em 2017. Para 31%, os preços estão na mesma faixa e apenam 6% dizem estar mais baratos.

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28set
Consumidor pretende antecipar compras de Natal na Black Friday
ABCasa Natal e Festas

De acordo com previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas no período do Natal deverão crescer 2,3% em todo o Brasil. Por isso, muitos consumidores estão de olho na Black Friday para antecipar suas compras de fim de ano.

Segundo revela uma pesquisa divulgada pelo site comparador de preços Zoom, 95% dos consumidores desejam comprar na Black Friday, que neste ano cairá em 23 de novembro, sendo que 62% pretendem antecipar as compras de Natal como estratégia para economizar e 57% disseram que vão gastar mais de R$ 1.000 na promoção anual.

A pesquisa ainda revela que 67% dos entrevistados não desejam comprometer o 13º salário com compras; 58% dizem que fizeram uma reserva para aproveitar as promoções e que para 77% dos consumidores, o preço é o fator determinante para fechar a compra.

As categorias de produtos mais desejadas são: eletrônicos (53%), eletrodomésticos (52%), celulares/smartphones (50%), artigos de informática (38%) e itens de casa e decoração (23%).

Segundo Thiago Flores, CEO do Zoom, a Black Friday já está consolidada no mercado brasileiro. Na pesquisa desse ano, assim como nos anteriores, mais de 90% dos participantes afirmaram que pretendem aproveitar a data. “Isso mostra que os varejistas já estão com operações maduras para apresentar descontos expressivos durante o evento”, explica.

Vale ressaltar que, a partir de 2019, o mercado de Natal e festas ganhará um novo evento. Trata-se da ABCasa Natal & Festas, que terá sua primeira edição promovida entre 30 de maio e 2 de junho, no Anhembi, em São Paulo (SP).

A iniciativa é da ABCasa – Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes, Utilidades Domésticas, Festas e Flores, que já realiza, duas vezes por ano, com grande sucesso, a ABCasa Fair, maior feira de artigos para casa e decoração da América Latina.

Com a participação já confirmada das maiores empresas do segmento, a ABCasa Natal & Festas será destinada a lojistas, decoradores, arquitetos, promotores de eventos e todos os profissionais desse setor, que registra excelentes números anuais.

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