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12abr
Medo do desemprego diminui no primeiro trimestre, revela pesquisa da CNI
Economia

O medo do desemprego diminuiu e o nível de satisfação aumentou no primeiro trimestre, revela pesquisa divulgada hoje (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo a CNI, os indicadores mostram que a população começa a perceber a recuperação da economia.

Medo do desemprego diminui segundo a CNI

O Índice do Medo do Desemprego terminou março em 63,8 pontos, com queda de 2 pontos em relação ao nível registrado na pesquisa anterior, em dezembro.

O Índice de Satisfação com a Vida encerrou março em 67,5 pontos, com alta de 1,9 pontos na comparação com o levantamento anterior, também divulgado em dezembro.

De acordo com a CNI, mesmo com o recuo, o indicador de expectativa em relação ao desemprego ainda está em níveis altos, bem acima da média histórica de 49,2 pontos. Para a entidade, a preocupação dos brasileiros ainda não reflete a recuperação da produção e do consumo porque o emprego normalmente é o último indicador a reagir em momentos de saída de crises econômicas.

Em relação ao Índice de Satisfação com a Vida, o valor obtido em março ainda está abaixo da média história de 67,5 pontos. Segundo a CNI, as pessoas começam a sentir os efeitos da melhora da economia e da queda da inflação, mas continuam menos satisfeitas que antes da crise econômica.

Segundo a CNI, os dois índices permitem antecipar as tendências do consumo das famílias. À medida que os dois indicadores melhoram (queda do medo do desemprego e aumento da satisfação pessoal), a população consome mais, impulsionando a recuperação da economia. O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre 22 e 25 de março.

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26mar
Intenção de consumo registra alta de 1,1% em março
Economia

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 88,0 pontos em março de 2018, registrando aumento de 1,1% em relação ao mês passado. Na comparação anual, o índice apresentou alta de 12,6%. No entanto, o resultado abaixo dos 100 pontos ainda indica uma recuperação lenta do otimismo das famílias.

“A menor volatilidade da taxa de câmbio e as melhores condições de aquisição de crédito, com o início do processo de recuo nas taxas de juros, influenciaram a maior disposição ao consumo, em especial a compra de bens duráveis”, explica Bruno Fernandes, economista da CNC.

Mercado de trabalho

O componente Emprego Atual registrou 113,5 pontos e aumento de 1,0% em relação ao mês anterior. É o maior valor desde junho de 2015. Já o percentual de famílias que se sentem mais seguras em relação ao emprego atual reduziu 0,2 ponto percentual, passando de 33,8% em fevereiro para 33,6% em março. Em relação às perspectivas de mercado de trabalho, houve aumento de 0,5% na comparação com fevereiro e 2,6% no comparativo anual. Desde abril de 2017, é a segunda vez que o indicador fica acima da zona de indiferença, alcançando 105,6 pontos.

Consumo

Tanto na comparação mensal como na anual, indicadores relevantes ligados ao consumo apresentaram alta. O Nível de Consumo Atual registrou aumento de 0,6% em relação a fevereiro e 23,6% na comparação anual. Já o componente Momento para Duráveis apresentou alta de 2,0% no comparativo mensal e 27,3% em relação a 2017. Ainda assim, o índice segue abaixo da zona de indiferença, com 67,2 pontos.

O levantamento mostra ainda que o subíndice Renda Atual alcançou 100 pontos e o componente Acesso ao Crédito teve aumento de 2,6% na comparação mensal e 16,8% em relação a março de 2017. E, apesar da melhora de todos os subíndices, a maior parte das famílias, 53,0%, declarou estar com o nível de consumo menor do que no ano passado.

Perspectivas para o varejo em 2018

A melhora recente das vendas em relação ao ano passado levou a CNC a projetar crescimento de 5,2% para 2018 no desempenho das vendas do varejo ampliado. A expectativa de um cenário favorável de inflação no curto prazo, além da melhora do custo e da oferta de crédito e fortalecimento do emprego até o fim do ano, tende a alimentar um crescimento mais robusto do comércio em relação aos anos anteriores.

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