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02fev
Simples Nacional conta com novas regras desde 1º de janeiro
Dicas e Tendências

Desde o primeiro dia do ano começaram a vigorar as novas regras do Simples Nacional. As mudanças foram aprovadas em outubro de 2016 e as expectativas são de que os pequenos negócios cresçam e contribuam para a geração de emprego e renda no Brasil.

Entre as principais mudanças para o empresário está a redução do número de tabelas, de seis para cinco anexos, sendo três deles para serviços, um para comércio e um para a indústria. A quantidade de faixas de faturamento também foi reduzida, de 20 para seis, além do estabelecimento de alíquotas progressivas de tributação.

Outro ponto importante das novas regras é o enquadramento do setor de serviços em tabela de alíquotas diferenciadas pelo tamanho da folha salarial para alguns setores, o que deverá ser igual ou superior a 28% em relação à receita bruta para recolher por uma alíquota menor.

As microempresas e empresas de pequeno porte também têm garantido o tratamento diferenciado, simplificado e favorecido, uma vez que agora há a inclusão das relações de consumo no critério da dupla visita. Ou seja, se em uma visita de fiscalização for detectada alguma irregularidade relacionada às relações de consumo, o empresário deve ser orientado a corrigir a falha, tendo direito a receber uma nova visita antes de qualquer autuação.

De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo – FecomercioSP –, as novas regras representam um marco para o desenvolvimento econômico e social dos pequenos negócios. Afinal, do total de estabelecimentos no Brasil, 98% são micro e pequenas empresas, que respondem por 52% dos empregos gerados no país.

A Fecomercio lançou também uma cartilha chamada O Novo Supersimples, que traz resumidamente informações relativas às novas regras. Para acessar o conteúdo e tirar suas dúvidas, acesse aqui.

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02jan
Consumo mobile cresce e vendas já representam 44% do varejo
Dicas e Tendências

De 2000 a 2007, os celulares evoluíram absurdamente. Nesse período surgiu o primeiro celular com tela touchscreen do mundo, aparelhos com botões de formatos variados, modelos com displays coloridos e câmeras fotográficas – bem ruinzinhas, é verdade.

Dificilmente o consumidor da época imaginava um futuro tão promissor em dez anos. Mas aí surgiu o iPhone, primeiro smartphone com sistema operacional que permitia rodar aplicativos… E, a partir daí, tudo mudou.

Hoje em dia, as pessoas estão conectadas o tempo todo, com o celular à mão e atentas aos assuntos que lhes interessam. O número de pessoas que os utilizam para acessar a internet já superou o acesso por computadores e notebooks, segundo a Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada em 2016.

Claro que o mercado se adaptou a essa realidade. As empresas passaram a investir no desenvolvimento de aplicativos exclusivos e de conteúdos para o suporte móvel.

Um estudo divulgado recentemente revelou que 44% das vendas do varejo online do Brasil são realizadas pelo universo mobile. Um número bastante expressivo e que beneficia os varejistas que souberam aproveitar essa tendência mundial.

De acordo com pesquisa da Criteo, Análise do E-commerce no Mundo, os pedidos realizados por aplicativo somaram 16%, enquanto via web mobile somaram 28%. As compras via desktop (computador) ainda são as maiores (56%), porém, 16% delas são frutos de um primeiro clique pelo dispositivo móvel.

As categorias que mais vendem no ambiente móvel – excluindo apps – são Cultura/Mídia, Grandes Redes Varejistas, Saúde/Beleza, Fashion/Luxo, Produtos para o lar e Computação/Tecnologia.

Se você, lojista, quer potencializar suas vendas no mundo digital, busque conhecer os potenciais clientes que estão nesse universo. Há empresas especializadas em coletar a enorme quantidade de dados gerada pelos consumidores online, sendo possível oferecer uma experiência personalizada.

Afinal, o comércio virtual já é uma questão de sobrevivência para o mercado varejista.

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19dez
Confiança do consumidor cresce pelo segundo mês consecutivo
Economia

A confiança do consumidor paulista cresceu pelo segundo mês consecutivo, melhorando ainda mais as expectativas dos comerciantes para as vendas no Natal. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (FecomercioSP), apontou alta de 1,1% em relação ao mês anterior, que passou de 102,8 pontos em outubro para 104,0 pontos em novembro.

Se comparado com o mesmo período de 2016, entretanto, houve uma redução de 5,7%. Mesmo assim, o resultado alcançado neste ano é visto com entusiasmo pela Federação. De acordo com a assessoria econômica da Entidade, apesar do ICC apresentar a terceira baixa consecutiva na comparação anual – resultado da instabilidade política – o aumento no índice em relação aos meses anteriores está alicerçado a questões sólidas, como a recuperação da renda e do emprego.

O ICC é elaborado mensalmente pela FecomercioSP, sua escala de pontuação varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Assimetria entre homens e mulheres

Dos diversos parâmetros analisados pelo ICC, a diferença de gênero e renda são os que chamam mais atenção. Enquanto o grupo masculino registrou queda na expectativa de 2,7% no mês de outubro em relação a novembro, o grupo feminino teve alta de 1,5%.

No mesmo período, outras altas vieram de consumidores com idade superior a 35 anos, com melhora de 3,6%, e de consumidores com renda familiar inferior a dez salários mínimos, que assinalaram aumento de 3,2%.

Ou seja, apesar da crise econômica ainda vigente, o cenário econômico começa a apresentar sinais sólidos de melhora. Índices como o ICC podem ajudar você, lojista ou varejista, a traçar estratégias que alcancem esses consumidores, que estão mais dispostos a gastar neste fim de ano.

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11dez
Uma bela decoração de Natal para sua loja em 5 passos
Dicas e Tendências

O Natal é um dos momentos mais esperados pelos lojistas. Além de representar um excelente período de vendas, a data está próxima ao fechamento de um ciclo, o que significa a chegada de novas estratégias e expectativas renovadas.

Para encerrar o ano com chave de ouro e se destacar frente à concorrência, é importante investir na decoração e no aspecto visual do seu negócio.

Afinal, este é um período comercial interessante também para os consumidores. Por isso, principalmente se você ainda não terminou a decoração da sua loja, confira algumas dicas que vão ajudá-lo a fazer uma excelente campanha de Natal.

1 – Capriche na iluminação

Quando se fala em Natal, uma das primeiras associações que vem à cabeça são luzes piscando. Bem-feita, com utilização na vitrine, por exemplo, a iluminação clássica cria um ambiente acolhedor, atraindo os olhares dos passantes e contribuindo para que entrem na loja e façam suas comprinhas.

2 – Atenção especial à vitrine

A vitrine é o lugar perfeito para unir o ambiente natalino com os diferenciais do seu negócio, como preço, variedade, qualidade ou exclusividade. Monte kits e sugestões de presentes, mostrando que os seus produtos se encaixam perfeitamente nessa categoria.

3 – Crie um laço entre o seu negócio e o Natal

Outra sugestão bacana é mesclar a decoração natalina com a temática da sua loja, demonstrando criatividade e sinergia com essa data tão especial. Se você vende móveis, por exemplo, que tal colocar um boneco do Papai Noel confortavelmente sentado e relaxando em um dos seus sofás?

4 – A circulação tem que ser preservada

O que você mais quer nesse período é ver o cliente entrando, escolhendo e comprando. Deixar a loja gostosamente enfeitada é ótimo, desde que não atrapalhe a circulação das pessoas.

5 – Pesquise

A decoração não é necessariamente um talento nato. Então, aproveite a internet para pesquisar sobre as principais tendências. Neste ano, arranjos de porta, mesa e até mesmo as tradicionais árvores estão menos enfeitadas, e o verde está com tudo no decór natalino!

Para mais dicas e novidades, siga-nos no Instagram: @abcasa_oficial

 

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17nov
Consumidor paulista tende a gastar mais nesse final de ano
Economia

Um cenário positivo se abre para os lojistas de São Paulo. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (FecomercioSP) divulgou, na primeira semana de novembro, dados que mostram que o otimismo e a confiança voltaram a fazer parte do cotidiano do consumidor paulista.

Após dois meses de queda, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu em outubro, refletindo melhora do ambiente econômico brasileiro atual. A alta foi de 3,2% e, mais uma vez, fica acima de 100 pontos, chegando a 102,8 pontos. A escala de pontuação varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

O empresário, portanto, pode se manter otimista, pois as perspectivas atuais são as melhores: o mercado nacional apresenta crescimento e o consumidor se sente mais confortável para sair às compras.

Vários fatores contribuíram para o avanço da confiança do consumidor, entre eles, inflação e juros em queda e indícios de diminuição da taxa de desemprego. O otimismo em relação ao futuro também subiu, mesmo sendo inferior ao patamar antes da crise, que era de 134,1 pontos.

Perfil do consumidor

O grupo de consumidores masculinos registrou alta de 11,1%, passando de 74 pontos para 82,2. Já as mulheres, apresentaram queda de, 3,7%, indo de 66,3 pontos em setembro para 63,8 em outubro. Vale destacar ainda o avanço de 8,2% por parte dos que têm renda familiar de até dez salários mínimos (64,2 pontos para 69,5 pontos).

Em relação às expectativas, o maior avanço foi entre os consumidores com renda familiar superior a dez salários mínimos – alta de 5,8%. O público que apresenta o maior otimismo é preenchido por aqueles até 35 anos, que registraram alta de 4,3%.

A pesquisa da FecomercioSP é uma ferramenta fundamental para lojistas e varejistas como você, que podem utilizar os dados para traçar estratégias e atingir em cheio o consumidor que se mostra otimista e disposto a gastar mais nesse final de ano. Aproveite!

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