Seguindo tendência global, cidades e marcas apostam no fim dos canudos de plástico

O ano de 2018 ficou marcado pela redução drástica de consumo do canudo feito de plástico, item que virou o grande vilão na luta pela preservação do meio ambiente. E essa fama não surgiu à toa. Somente nos EUA, 500 milhões de canudinhos são consumidos diariamente, tendo uma vida útil média de apenas quatro minutos.

Longe de ser o problema central, o canudo representa somente 4% de todo o lixo plástico do mundo, mas se tornou o protagonista da questão por ser um item facilmente dispensável. Entidades e ativistas ligados à causa da preservação do meio ambiente acreditam que banir os canudos plásticos pode ser o ponto inicial para discussões mais profundas a respeito do tema.

Com multas que podem chegar a até R$ 6 mil, a primeira cidade a aprovar uma lei proibindo o uso de canudos plásticos foi o Rio de Janeiro (RJ). De acordo com o texto sancionado pela prefeitura, quiosques, bares e restaurantes devem oferecer canudos de papel biodegradável ou reciclável. Em São Paulo, uma lei semelhante foi aprovada na Câmara Municipal, mas ainda não foi sancionada pelo Executivo.

Na vanguarda no âmbito estadual, Santa Catarina sancionou legislação que obriga estabelecimentos a oferecer canudos biodegradáveis, recicláveis ou esterilizáveis e reutilizáveis. A lei estadual trata também da coleta seletiva e reforça o descarte ambientalmente correto.

Seguindo essa tendência, a Bono Home, associada da ABCasa, foi a primeira empresa brasileira a importar canudos reutilizáveis em aço inox. “O que nos motivou foi a consciência ecológica. Um canudo usado por poucos segundos causa danos ao meio ambiente por inúmeros anos. Esse movimento, de preservar o meio ambiente, não tem volta”, diz Raphael Soares Gonzalez, diretor da marca.

Uma exclusividade da empresa é o canudo em silicone, ideal para bebidas mais consistentes. “Ele é perfeito para milk-shakes e vitaminas, porque tem uma espessura interna maior. Também é ideal para crianças e pessoas com dificuldade para engolir, pois se molda na hora de beber e não machuca”, explica Gonzalez. “O modelo em silicone é dobrável, o que facilita o transporte, mas a marca inclui uma escova para higienização e um saquinho para carregar em todos os modelos”, completa.

Na Natal & Festas da ABCasa, recentemente realizada em São Paulo, duas associadas apresentaram alternativas: a Silver Festas, que lançou uma linha de produtos ecológicos que colocou os canudos de papel em destaque, e a Fafa 2008, que apresentou canudos de metal.

“Os consumidores estão cada vez mais preocupados com o meio ambiente. Acredito que os preços vão baixar e aí teremos o consumo em massa”, fala Alberto Azrak, diretor comercial da Silver Festas.

As marcas acreditam que as leis são fundamentais na batalha contra o canudo de plástico. “Sem a lei, o consumidor opta geralmente pelo produto mais barato”, garante Azrak. E a importância da conscientização da sociedade nesse processo é um ponto ressaltado por Gonzalez. “A lei é um complemento da consciência e do momento, mas o momento atual exigiria essa atitude, mesmo sem ela. A lei veio na hora certa para fortalecer essa consciência”, conclui.

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