POSTS DA CATEGORIA: Economia
17abr
Índice de Confiança do Consumidor fica estável em março, aponta pesquisa
Economia

O Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) ficou estável no mês de março ao apresentar 42,2 pontos, enquanto no mesmo mês do ano passado se encontrava em 42,3 pontos.

O índice mede a percepção do  consumidor brasileiro em relação à economia e suas próprias finanças. Os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). A escala do indicador varia de zero a 100 e resultados acima de 50 pontos demonstram um predomínio da percepção de otimismo. 

O presidente da CNDL, José Cesar da Costa, afirma detectar sinais de melhora na economia, apesar de ressaltar que a mudança é lenta e insuficiente para recolocar o país no nível de atividade anterior à crise. “A recuperação da atividade econômica existe e está consolidada, mas o ritmo de melhora é gradual e, por enquanto, não se reflete de forma imediata no dia a dia do consumidor. Com a melhora dos níveis de renda, emprego e inadimplência, a recuperação fará com que a confiança do consumidor apresente resultados mais expressivos”, afirma Costa. 

O levantamento apontou que 76% dos consumidores avaliam como negativas as condições da economia, 21% como regular e 2% como positiva. Já em relação à sua própria condição financeira, pouco mais da metade dos pesquisados (51%) avalia como regular, 39% como ruim ou péssima e 9% como boa. 

O custo de vida é apontado como o maior problema para os entrevistados: 50% consideram o fator como o mais pesado nas suas finanças pessoais, 17% apontam o endividamento, 16% o desemprego e 11% a queda dos rendimentos. Os preços elevados são sentidos principalmente nos postos de gasolina (87%) e nos supermercados (83%). A pesquisa entrevistou 801 consumidores.

Crescimento da indústria paulista 

A indústria paulista criou 10 mil postos de trabalho em março, com resultado superior ao do mesmo mês no ano passado, quando foram criadas 9.500 vagas. No ano, houve acréscimo de 23 mil postos. É o maior saldo no primeiro trimestre de um ano desde 2013, quando foram criadas 34.500 vagas.

Os dados são da Pesquisa de Nível de Emprego, divulgada nesta segunda-feira (16) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

Para o vice-presidente e diretor titular do Departamento de Economia, Competitividade e Tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, a recuperação da economia está em trajetória de crescimento, ainda que o ritmo esteja aquém do desejado.

“Continuamos com a recuperação do emprego. Ela é lenta, com um crescimento não tão forte como gostaríamos, por alguns problemas de rota. Agora, nossa preocupação é que esse crescimento passe a ter ritmo mais acelerado, para compensar a queda habitual do segundo semestre de cada ano. Se reformas como a da Previdência tivessem sido feitas, acredito que a situação seria bem melhor”, disse Roriz.

Leia Mais


12abr
Medo do desemprego diminui no primeiro trimestre, revela pesquisa da CNI
Economia

O medo do desemprego diminuiu e o nível de satisfação aumentou no primeiro trimestre, revela pesquisa divulgada hoje (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo a CNI, os indicadores mostram que a população começa a perceber a recuperação da economia.

Medo do desemprego diminui segundo a CNI

O Índice do Medo do Desemprego terminou março em 63,8 pontos, com queda de 2 pontos em relação ao nível registrado na pesquisa anterior, em dezembro.

O Índice de Satisfação com a Vida encerrou março em 67,5 pontos, com alta de 1,9 pontos na comparação com o levantamento anterior, também divulgado em dezembro.

De acordo com a CNI, mesmo com o recuo, o indicador de expectativa em relação ao desemprego ainda está em níveis altos, bem acima da média histórica de 49,2 pontos. Para a entidade, a preocupação dos brasileiros ainda não reflete a recuperação da produção e do consumo porque o emprego normalmente é o último indicador a reagir em momentos de saída de crises econômicas.

Em relação ao Índice de Satisfação com a Vida, o valor obtido em março ainda está abaixo da média história de 67,5 pontos. Segundo a CNI, as pessoas começam a sentir os efeitos da melhora da economia e da queda da inflação, mas continuam menos satisfeitas que antes da crise econômica.

Segundo a CNI, os dois índices permitem antecipar as tendências do consumo das famílias. À medida que os dois indicadores melhoram (queda do medo do desemprego e aumento da satisfação pessoal), a população consome mais, impulsionando a recuperação da economia. O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre 22 e 25 de março.

Leia Mais


10abr
‘Home Expo India 2018’ oferece incentivo de até US$ 1.500,00 para compradores estrangeiros
Economia

Home Expo India 2018, feira de mobiliário doméstico, produtos têxteis, móveis, utilidades domésticas e decoração da Índia acontece de 16 a 18 de abril, em Nova Délhi.

Home Expo India

Compradores do mundo inteiro interessados em visitar o evento podem solicitar apoio financeiro do Conselho de Promoção de Exportações de Artesanato da Índia (EPCH).

O programa de incentivo internacional à visita oferece até US$ 1.500,00 para o custeio de passagens aéreas, além de três noites de hospedagem em Nova Délhi.

Para obter os recursos, é necessário o preenchimento completo de um formulário de interesse e posterior encaminhamento para homeexpo@epch.com.

Uma vez aprovado pelo EPCH, o visitante deverá adquirir os bilhetes por conta própria e, após ida à feira e contato com alguns expositores, preencher, imprimir e apresentar um segundo formulário, que será o comprovante para a obtenção do reembolso da passagem.

Para mais informações e esclarecimentos, entre em contato com o gerente de Relações Internacionais da ABCasa, Rhys Chorley: rhys@abcasa.org.br / tel.: (11) 2679-0775.

Leia Mais


06abr
Comércio eletrônico tende a crescer durante 2018 no Brasil e na América Latina
Economia

O ano de 2018 começou com notícias relevantes sobre a atuação dos marketplaces no Brasil. Com a campanha #FreteAbusivoNão, do Mercado Livre, e com o anúncio de que a Amazon estaria se preparando para manter um estoque próprio no Brasil para a venda de eletrônicos, tudo indica que o comércio eletrônico está recebendo uma injeção de adrenalina na América Latina e no Brasil.

Comércio eletrônico

Co-fundador e CEO da Real Trends, plataforma de análise e gestão em tempo real voltada para quem atua no comércio eletrônico, Javier Goilenberg está otimista com as mudanças positivas: “Na América Latina, as vendas no e-commerce representam apenas 3% do total, enquanto em países como Estados Unidos já chega a 10% e na China a 25%. O jogo está apenas começando”, diz ele.

Dentre as estratégias adotadas pelos grandes nomes do marketplace, estão o uso de Big Data e Aprendizado de Máquina, além do modelo de Fulfillment. “Com o desenvolvimento do modelo de Fulfillment, o vendedor pode enviar seus produtos a um depósito gigante do Mercado Livre ou da Amazon e então, quando uma compra é realizada, eles podem se encarregar do envio, escolhendo o melhor meio de entrega, garantindo os melhores tempos de despacho e assegurando uma excelente experiência aos compradores, assim como a Amazon vem fazendo nos Estados Unidos há vários anos”, explicou Goilenberg.

BIG DATA NO COMÉRCIO ELETRÔNICO

Sobre o uso de Big Data para a avaliação do mercado eletrônico, o executivo informa que, graças a essa tecnologia, “um vendedor que utiliza a Real Trends pode analisar todo o mercado, conhecendo a participação de mercado de cada setor, os produtos mais vendidos, rankings de vendedores, distribuições de preços, entre outros”. Segundo ele, “isto é possível já que se coleta informações de tudo o que é publicado no Mercado Livre todos os dias e se transforma centenas de gigas de dados em informação de valor.” Com esse tipo de informação em mãos, “o vendedor pode descobrir que existem certos produtos que vendem bem e saber a que preço teria que vendê-los para ganhar estas vendas”, e ainda “pode descobrir oportunidades em certos nichos ou decidir com informação 100% certeira quais de seus produtos devem receber maior atenção”.

O aprendizado de máquina também é peça importante no mundo do comércio eletrônico. Segundo Goleinberg: “Utiliza-se o Machine Learning para sugerir automaticamente ao vendedor uma resposta para uma pergunta de um potencial comprador. À medida em que o vendedor vai respondendo mais perguntas com este “sugeridor de respostas” vai se otimizando e lhe oferece maior qualidade de respostas automáticas.” O especialista encerra suas declarações dizendo estar seguro de que “veremos cada vez mais implementações de Big Data e Machine Learning em plataformas de e-commerce, assim como em qualquer plataforma online”.

Fonte: Canaltech

Leia Mais


02abr
Confiança do comércio chega ao maior patamar desde abril de 2014
Economia

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 114,5 pontos no mês de março – o maior patamar verificado desde abril de 2014. Na comparação com fevereiro, o indicador evoluiu 2,1%, na série com ajuste sazonal. Já ante o mesmo período de 2017, o aumento foi de 14,6%.

O resultado deve-se, principalmente, à melhor avaliação das condições correntes por parte dos comerciantes, que apresentou o quinto aumento mensal consecutivo, com alta de 4,5%, na série com ajuste sazonal.

Apesar de ainda situar-se na zona negativa (abaixo dos 100 pontos), o subíndice chegou a 92,9 pontos, um aumento relevante de 36,2%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Neste março, 50,1% dos comerciantes consideram o desempenho do comércio melhor do que há um ano.

Em relação a 2017, a percepção dos varejistas sobre as condições atuais melhorou expressivamente em todos os itens avaliados (economia, setor e empresa), com destaque para a economia, com aumento de 50,9%. Agora em março, 45,5% dos entrevistados consideram que a economia está melhor do que há um ano.

“A leve recuperação do comércio, baseada principalmente no consumo, aliada à manutenção do cenário favorável de inflação e melhores condições de crédito, impactou positivamente a avaliação dos varejistas sobre o momento atual. O processo de recuperação, mesmo lento, do emprego e da renda tende a impulsionar ainda mais a confiança dos empresários”, afirma Bruno Fernandes, economista da CNC.

Expectativas em alta

Segundo a CNC, as expectativas dos comerciantes no curto prazo são as maiores desde dezembro de 2013. O componente se mantém na zona positiva, com 155,6 pontos, um aumento de 1,0% em relação a fevereiro e 5,4% na comparação anual.

As perspectivas no curto prazo em relação ao desempenho do comércio (+6,2%), da própria empresa (+3,9%) e da economia (+6,3%) melhoraram em comparação com o mesmo período de 2017. Na avaliação de 85,7% dos entrevistados, a economia vai melhorar nos seis meses à frente.

Mais contratações

O subíndice que mede as intenções de investimento do comércio teve leve aumento mensal de 0,8%, com destaque para o aumento da intenção de contratação de funcionários (+1,4%). Dados da CNC apontam que, em 2017, o varejo voltou a registrar abertura líquida de vagas formais (+26,5 mil) após fechar mais de 350 mil postos de trabalho para se ajustar à crise econômica de 2015 e 2016.

Na comparação com 2017, a reação mais significativa se verifica nas intenções de investimentos nas empresas (+21,7%). No auge da crise do varejo, foram fechados 206 mil estabelecimentos comerciais no Brasil. Em 2017, apesar do saldo ainda negativo (-19,3 mil), registrou-se retração de 82% no fechamento de lojas.

Nos três últimos meses do ano passado, já foi possível perceber o início de um processo de recuperação em alguns estados, e a CNC projeta abertura líquida de 20,7 mil novos pontos comerciais ao fim de 2018.

Estoques acima do esperado

Para 26,6% dos comerciantes consultados em março, o nível dos estoques está acima do que esperavam vender, proporção maior do que a apontada em fevereiro (25,9%). Esse percentual, que indica insatisfação quanto ao nível dos estoques, tem reduzido e converge, mês após mês, para a média histórica do indicador (24,8%).

Para este ano, a previsão da CNC é que o comércio registre alta de 5,2%, podendo resultar no maior crescimento das vendas desde 2012. Esse cenário se baseia na percepção de continuidade de menor pressão de preços no curto prazo, além de uma expectativa de recuo no custo do crédito e recuperação do emprego e da renda ao longo do ano.

Leia Mais